Posts Tagged ‘Valores’

O plano de investimento de Deus

29/10/2010

Quem dera que cada mãe percebesse quão grandes são os seus deveres e responsabilidades, e quão grande será a recompensa da fidelidade. A influência diária da mãe sobre os filhos os está preparando para a vida ou para a morte . Ela exerce no lar uma influência mais decisiva do que o pastor no púlpito, e do que o rei em seu trono. O Dia do Senhor revelará o quanto o mundo deve a mães piedosas pela formação de homens que se tornaram resolutos defensores da verdade e da reforma – homens que foram corajosos para fazer e ousar, que permaneceram inabaláveis em meio a provas e tentações; homens que escolheram os elevados e santos interesses da verdade e da glória de Deus, antes que honras mundanas ou a própria vida.

Quando o juiz Se assentar e os livros forem abertos, quando as palavras “bem está” do grande Juiz forem pronunciadas, e a coroa de glória imortal for colocada sobre a fronte dos vencedores, muitos erguerão suas coroas à vista do Universo congregado, e apontando para sua mãe, dirão: “Ela fez de mim o que eu sou através da graça de Deus. Seus ensinos, suas orações, foram coroados de êxito para a minha eterna salvação.”

Samuel se tornou um grande homem em todo o sentido, segundo Deus avalia o caráter. … Os jovens devem ser ensinados a permanecer firmes pelo que é direito em meio à prevalecente iniquidade, para fazerem tudo que estiver ao seus alcance a fim de deter o progresso do vício, e promover a virtude, a pureza, e a verdadeira nobreza. As impressões causadas na mente e no caráter durante a infância são profundas e duradouras (Signs of the Times, 3 de novembro de 1881: Refletindo a Cristo [MM 1986], P.187).

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a lição da Escola Sabatina dos Adultos, Figura dos Bastidores, p.22 e 23.

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Cantando louvores

26/10/2010

Precisamos preparar o caminho do Senhor, de acordo com a luz recebida. Precisamos ter uma nova experiência. Precisamos oferecer louvor e ações de graças a Deus, não somente na congregação, mas na vida doméstica. Que as vozes de Seu povo eleito sejam ouvidas narrando as obras do Senhor. Contem de Sua bondade, falem do Seu poder. A quem tenho eu no Céu senão a Ti? E não há ninguém na Terra que eu deseje senão a Ti. Precisamos de mais canções de louvor e menos de murmurações e queixas. (Manuscript Releases, v.20, p.269).

“O que oferece sacrifício de ações de graça, esse Me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus” (Sl 50:23).

[Deus] deseja que apreciemos o grande plano da redenção, consideremos nosso elevado privilégio como povo de Deus, e andemos diante dEle em obediência, com ações de graças. Ele deseja que  O sirvamos em novidade de vida, com o contentamento todo dia. Ele anseia ver gratidão brotando em nosso coração porque temos acesso ao propiciatório, o trono de graça, porque nossos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro, porque podemos lançar todo o nosso cuidado sobre Aquele que cuida de nós. Ele nos insta a regozijar-nos porque somos a herança do Senhor, porque a justiça de Cristo é a veste de Seus santos, porque temos a bendita esperança da breve vinda de nosso Salvador.

Louvar a Deus em inteireza e sinceridade de coração é tanto um dever quanto o é a oração. Devemos mostrar a todas as inteligências celestiais que apreciamos o maravilhoso amor de Deus pela humanidade caída e que estamos esperando maiores e mais amplas bênçãos de Sua inifinita plenitude. Muito mais do que o fazemos, precisamos falar dos preciosos capítulos em nossa experiência. Após um especial derramamento do Espírito Santo, nossa alegria no Senhor e nossa eficiência em Seu serviço aumentarão grandemente pelo ato de recordar Sua bondade e Sua obras maravilhosas em benefício de Seus filhos (Olhando Para o Alto [MM 1983], p.55).

Fonte: Comentários de Ellen G; White sobre a Lição da Escla Sabatina dos Adultos, Figuras dos bastidores, p.20 e 21

“Não frequento [a IASD] há muito tempo”

22/10/2010

Luana Piovani afirmou ao Jornal da Tarde desta segunda-feira (18) que aceitaria posar nua caso recebesse um bom cachê. “Eu aceitaria, claro. Inclusive já falei isso para a Playboy. Se eles tivessem fazendo poupança desde o primeiro dia que me convidaram e me oferecessem uma grana boa, já teria posado”, afirmou. A atriz preferiu não citar valores do cachê que gostaria de receber. “Eu não sei [um valor]. Mas teria de ser muito mais do que já me ofereceram”, disse. Ela também falou sobre Dado Dolabella, com quem namorou até outubro de 2008 e rompeu após sofrer uma agressão física e processá-lo. Luana disse que o assunto é “coisa do passado”. “O episódio com Dado Dolabella ficou pra trás. Só que, toda hora, as pessoas tocam no assunto [da agressão]. E eu não tenho vergonha de falar.” Luana também falou sobre sua religiosidade. “Minha avó era evangélica, minha mãe é evangélica e eu sou evangélica. Somos da Igreja Adventista. Não frequento há muito tempo porque tenho uma vida corrida.”

(Quem)

Nota: “Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36). Quando a fama acaba e o dinheiro se mostra incapaz de satisfazer as necessidades da alma, o que fazer? Para onde correr? Espero e oro para que Luana tenha tempo de correr para Aquele – o único – que pode lhe trazer paz e esperança. Como ela, há muitos por aí cuja “vida corrida” impede de se voltar para Deus e Sua igreja. Estão trocando ouro por bijuteria. Para esses corredores fujões, Deus diz: “Aquietai e sabei que Eu sou Deus” (Salmo 46:10).

Fonte: Michelson Borges

Pensando no futuro

21/10/2010

Pais, dediquem seus filhos ao Senhor e lembrem-lhes sempre de que pertencem a Ele, que são os cordeiros do rebanho de Cristo, vigiados pelo verdadeiro Pastor. Ana dedicou Samuel ao Senhor, e dele se diz: ‘E crescia Samuel, e o Senhor era com ele, e nenhuma de todas as Suas palavras [as palavras do Senhor por intermédio de Samuel] deixou cair em terra’ (1Sm 3:19). No caso deste profeta e juiz de Israel, são apresentadas as possibilidades postas diante do filho cujos pais cooperam com Deus, efetuando a obra que lhes é designada” (Ellen G. White, Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 143).

“Que recompensa teve Ana! E que estímulo para a fidelidade é seu exemplo! Há oportunidades de inestimável valor, interesses infinitamente preciosos, confiados a toda mãe. “A humilde rotina dos deveres, que as mulheres têm considerado fastidiosa tarefa, deve ser encarada como obra grandiosa e nobre. É privilégio da mãe abençoar o mundo por sua influência e, fazendo isto, trará alegria a seu próprio coração. Ela pode fazer retas veredas para os pés de seus filhos, através de claridade e sombra, em direção às alturas gloriosas do Céu. Mas unicamente quando procura em sua vida seguir os ensinos de Cristo, é que a mãe pode esperar formar o caráter de seus filhos segundo o modelo divino. O mundo está repleto de influências corruptoras. A moda e os costumes exercem forte poder sobre os jovens. Se a mãe falta em seu dever de instruir, guiar e restringir, os filhos naturalmente aceitarão o mal e se desviarão do bem. Que toda mãe vá muitas vezes ao seu Salvador com a oração: ‘Ensina-nos o que faremos pela criança.’ Que ela atenda à instrução que Deus dá em Sua Palavra, e receberá sabedoria conforme a necessitar” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 572, 573).

Fonte: Lição da Escola Sabatina, Figura dos Bastidores, sexta 15.10.2010.

Alerta!

19/10/2010

“Se os homens a quem Deus confiou talentos intelectuais se recusarem a usar esses dons para Sua glória, depois de provas e aflições Ele os deixará entregues a suas próprias imaginações e tomará homens que não pareçam ser tão ricamente dotados, que não têm grande confiança própria, e fortalecerá os fracos porque confiam que Deus fará por eles o que não podem fazer por si mesmos. Deus aceitará o serviço sincero, e Ele mesmo suprirá as deficiências (Maranata, o Senhor Vem [MM 1977], p.113).”

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a Lição da Escola Sabatina dos Adultos, Figura dos bastidores, p.13.

Como Estrelas na Terra

05/10/2010

Contam-se nos dedos os bons filmes produzidos por Hollywood. Infelizmente, o mesmo pode ser dito de Bollywood, a indústria de cinema indiana. Por isso, é uma grata surpresa se deparar com pérolas raras como o filme “Como Estrelas na Terra – Toda criança é especial” (“Taare Zameen Par – Every child is special”, no original, lançado nas salas indianas no fim de 2007). O filme rapidamente conquistou uma legião de admiradores na Índia e no mundo, recebendo os prêmios de melhor filme e melhor ator pela crítica, além do prêmio de melhor direção, para Aamir Khan, e de melhor letra de música pelo Filmfare Awards. “Como Estrelas na Terra” revela extrema sensibilidade e consegue captar a magia do universo infantil, mostrando que crianças são crianças em qualquer lugar do mundo. A história é centrada em Ishaan Awasthi, de 8 ou 9 anos de idade, que sofre com dislexia, dificuldade de aprendizado e, pior, incompreensão. O filme contrasta o mundo massificante orientado para o capitalismo com a valorização do indivíduo, com suas diferenças, virtudes e defeitos. Incapazes de lidar com o “filho problema”, os pais de Ishaan resolvem matriculá-lo num colégio interno. Ali o garoto se fecha ainda mais em seu mundo depressivo. Com saudades da família e oprimido por professores insensíveis, o menino começa a “morrer” aos poucos. Mas tudo muda quando um professor de arte substituto chega ao colégio e percebe que há algo de errado com Ishaan. Tem início, então, a aventura de “ressuscitar” o garoto que, na verdade, se revela um gênio da pintura. É um filme emocionante, bem feito e que vale a pena ser visto por toda a família.

Fonte: Michelson Borges

Independência individual – perigo!

24/09/2010

Vi o perigo em que o povo de Deus incorre ao olhar para o irmão e a irmã White, pensando que deve ir a eles com suas preocupações e em busca de conselho. Isso não deve ser assim. Eles foram convidados por seu compassivo e amoroso Salvador a ir a Ele quando cansados e sobrecarregados, e Ele os aliviará. … Muitos vêm a nós com a pergunta: Devo fazer isto? Devo envolver-me nesta empreitada? Ou, com relação ao vestuário: Devo usar este ou aquele artigo? Respondo-lhes: Vocês professam ser discípulos de Cristo. Estudem a Bíblia. Examinem cuidadosamente e com oração a vida de nosso querido Salvador quando habitava entre os homens na Terra. Imitem-na e não se desviarão do caminho estreito. Recusamo-nos absolutamente lhes servir de consciência. Se lhes dissermos exatamente o que fazer, vocês nos olharão como guias em lugar de irem diretamente a Jesus” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 118, 119).

“Mas não devemos pôr a responsabilidade de nosso dever sobre outros, e esperar que eles nos digam o que fazer. Não podemos depender da humanidade quanto a conselhos. O Senhor nos ensinará nosso dever com tanta boa vontade como o faz a qualquer outro. … Os que decidem não fazer, em qualquer sentido, coisa alguma que desagrade a Deus, depois de Lhe apresentarem seu caso saberão a orientação que hão de tomar” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 668).

“Tem havido sempre na igreja os que estão constantemente inclinados à independência individual. Parecem incapazes de compreender que a independência de espírito é susceptível de levar o instrumento humano a ter demasiada confiança em si mesmo e em seu próprio discernimento, de preferência a respeitar o conselho e estimar altamente a maneira de julgar de seus irmãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 163).

Fonte: Lição da Escola Sabatina dos Adultos de 24 de setembro de 2010.

Resultados

19/09/2010

Olá,

E então, participou do último desafio? Como foi? Por favor, é muito importante saber resultados. Gostaria que deixasse um comentário contando como foi pra você essa experiência.

Se não teve oportunidade ainda de participar, faça isso nessa semana que se inicia. Mas, não deixe pra depois essa emoção de orar por alguém e ver em seus olhos a gratidão de saber que tem mais alguém que se importa.

Faça sua parte e interceda!

 Deus seja louvado!

Em busca do essencial

12/09/2010

Sábado, enquanto participava como palestrante no quarto dia do 15º Seminário de Administração, Contabilidade, Informática e Recursos Humanos da União Sul-Brasileira (USB) da Igreja Adventista do Sétimo Dia, fiquei maravilhado com o encadeamento não combinado dos temas de estudo, a começar pelo texto da Meditação Diária daquele dia. O pastor Rubem Scheffel escreveu (no ano passado) que “nos dias finais em que vivemos, chegamos a ficar surpresos quando nos deparamos com uma boa notícia nos jornais ou na televisão. Só se ouve falar de acidentes, homicídios, sequestros, atentados terroristas, enchentes, desabrigados e toda sorte de calamidades, tanto em nosso país como no estrangeiro”. Depois, como jornalista que é, avaliou: “Para a imprensa secular, a má notícia é que é a boa. É a que faz manchete e vende. O povo de Deus, porém, não precisa se abeberar dessas cisternas rotas. Não precisa e não deve ouvir programas de rádio ou televisão em que homicídios, assaltos e outras ocorrências violentas são dramatizadas com sensacionalismo e até com ironia, procurando tornar a tragédia ‘engraçada’. Não precisa e não deve ler jornais que destilam sangue e exploram o que há de pior na sociedade.”

E concluiu: “Há mais de cem anos, quando a situação do mundo era provavelmente cem vezes melhor do que a de hoje, Ellen White [aconselhou]: ‘Quando os jornais chegam em casa, quase desejo escondê-los, para que as coisas ridículas e sensacionais [sensasionalismo] não sejam vistas. […] Os que desejam ter a sabedoria que vem de Deus devem tornar-se néscios no pecaminoso conhecimento deste século, para serem sábios. Devem fechar os olhos, para não verem nem aprenderem o mal. Devem fechar os ouvidos, para que não ouçam o que é mau e não obtenham o conhecimento que lhes mancharia a pureza de pensamentos e de ação’ (O Lar Adventista, p. 404).”

Depois de meditar nesse texto, fui para o auditório me unir aos mais de 200 participantes do evento. Apresentei palestra sobre escolhas – escolher entre o essencial e o bom. Chamei atenção para o texto de Ellen White e testemunhei da experiência que vivo em meu lar. Desde que nossas filhas nasceram, minha esposa e eu decidimos não mais assistir a telejornais (praticamente os únicos programas de TV que ainda assistíamos). Nossas meninas terão bastante tempo para saber que este mundo não presta. Quando chego em casa, no fim da tarde, brincamos, lanchamos juntos, cada um toma seu banho e conversamos sobre o dia. A essas alturas, já passa das 20h e fazemos o culto familiar. As meninas gostam de cantar bastante. Depois oramos e lemos a Bíblia Ilustrada Para a Família (da CPB). Quando concluímos o culto, já é hora de dormir. Acredite-me: essa boa rotina faz toda a diferença na vida familiar. O dia termina em paz, sem o eco das notícias carregadas de sangue e violência que tiram a paz de qualquer um cuja mente ainda não esteja amortecida pela constante exposição a esse tipo de conteúdo. (Sinceramente, não consigo entender as pessoas que se deleitam em assistir programas que vivem de mostrar as mazelas, engarrafamentos das grandes cidades e crimes de toda espécie. O que elas ganham com isso? Que relevância têm essas informações, esse espetáculo macabro?)

Em minha palestra lá em Santa Catarina, procurei avançar um passo além. Imaginando que os líderes que me ouviam já tinham consciência de que não devemos ficar ciscando no lixo midiático, procurei deixar claro que, embora também existam coisas relevantes que são exibidas em alguns (poucos) programas de TV, elas não devem competir com o essencial. Mas o que é esse essencial? Já chego lá.

Depois da minha palestra, o presidente da USB, pastor Marlinton Lopes, e os presidentes das sedes administrativas da Região Sul nos ajudaram a recapitular a lição da Escola Sabatina. O tema: escolhas. Parecia tudo combinado mesmo (se a lição não fosse preparada anos antes de ser traduzida e publicada em cada país). Mas teve mais: o pastor Odaílson Fonseca, diretor da TV Novo Tempo, também falou sobre… escolhas.

À tarde, apresentei outra palestra sobre como devemos nos relacionar com os meios de comunicação, e levei os participantes a pensar na seguinte citação de Viktor Frankl, ex-professor de Neurologia e Psiquiatria da Universidade de Viena: “Vivemos numa sociedade de superabundância; essa superabundância não é somente de bens materiais, mas também de informações, uma explosão de informações. Cada vez mais livros e revistas se empilham sobre as nossas escrivaninhas. Vivemos numa enxurrada de estímulos sensoriais, não somente sexuais. Se o ser humano quiser subsistir ante essa enxurrada de estímulos trazida pelos meios de comunicação de massa, ele precisa saber o que é e o que não é importante, o que é e o que não é essencial, em uma palavra: o que tem sentido e o que não tem” (A Presença Ignorada de Deus, p. 70).

E o que é essencial, afinal? Paulo nos dá a dica: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (Colossenses 3:2). As “coisas do alto” são o essencial e merecem o melhor de nosso tempo e dedicação. Deus, a família e os valores eternos – isso é o que realmente importa e estará conosco para sempre.

Fonte: Michelson Borges

Sempre ao Seu Lado

12/08/2010

“A inteligência apresentada por muitos mudos animais chega tão perto da inteligência humana que é um mistério. Os animais vêem e ouvem, amam, temem e sofrem. Eles se servem de seus órgãos muito mais fielmente do que muitos seres humanos dos seus. Manifestam simpatia e ternura para com seus companheiros de sofrimento. Muitos animais mostram pelos que deles cuidam uma afeição muito superior à que é manifestada por alguns membros da raça humana. Criam para com o homem apegos que se não rompem senão à custa de grandes sofrimentos de sua parte” (A Ciência do Bom Viver, p. 315, 316).

Enquanto assistia ao filme “Sempre ao Seu Lado” (EUA, 2009), lembrei-me do texto acima, escrito por Ellen G. White há mais de cem anos. O filme conta a história de Hachiko (um cão da raça akita) e seu dono, o professor de música Parker Wilson (Richard Gere). Todos os dias Hachiko acompanhava o dono até a estação de trem e estava lá, no fim da tarde, para recebê-lo. A produção é baseada em fatos reais ocorridos no Japão, na década de 1930. Em 1987, a versão cinematográfica japonesa “Hachiko Monogatari” também fez muito sucesso.

É um filme emocionante que faz pensar em valores como fidelidade, amizade, companheirismo e mostra que os animais realmente “criam para com o homem apegos que se não rompem senão à custa de grandes sofrimentos de sua parte”.

Fonte: Michelson Borges