Posts Tagged ‘Música’

Agenda – imperdível!

01/10/2010

Olá,

Você que mora em Brasília e quer participar de um programa super animado. Venha à Igreja Adventista do 7º Dia na 611 sul no sábado, 02.10. Teremos o cantor Daniel Salles às 17h30 louvando a Deus em grande estilo.

Essa você não pode perder. Chame seus amigos.

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Como duvidar?

06/09/2010

Música: Como duvidar?

Grupo: Novo tom

Deus seja louvado!

Por que gostamos de música ?

17/08/2010

Na revista Veja de 10 de janeiro de 2010, há um artigo interessante que tenta responder à pergunta: Por que fazemos e gostamos de música? O livro que o artigo toma como base é This Is Your Brain on Music [Esse é seu cérebro na música], lançado no ano anterior nos Estados Unidos. Seu autor, o neurocientista americano Daniel Levitin, da Universidade McGill, em Montreal, Canadá, comandou uma equipe que realizou exames de ressonância magnética no cérebro de 13 pessoas enquanto elas ouviam música. “O resultado do trabalho é a mais detalhada descrição já obtida pela ciência da – para usar as palavras de Levitin – ‘refinada orquestração entre várias regiões do cérebro’ envolvidas na ‘coreografia musical’”, diz Rosana Zakabi, autora da matéria.

Segundo Veja, a equipe de Levitin desvendou processos neurológicos que até então tinham escapado aos pesquisadores. Um dos mais surpreendentes é que a percepção musical não é resultado do trabalho de uma área específica do cérebro, como ocorre com muitas atividades, mas da colaboração simultânea de grande quantidade de sistemas neurológicos.

“Uma conclusão da pesquisa é que muito do que se imagina ser o som do mundo exterior ocorre na verdade dentro do cérebro. As moléculas de ar que fazem vibrar nossos tímpanos não têm em si as variações entre sons graves e agudos. Elas oscilam numa determinada frequência que o cérebro mede; a partir disso, ele constrói uma representação interna com variações de tonalidade sonora. É similar ao que acontece com as ondas de luz, que são desprovidas de cor. É o cérebro e o olho que constroem as cores medindo a frequência das ondas. Levitin nota que o cérebro não apenas produz uma representação interna do som, mas também lhe dá significado.”

O cientista descobriu que, quando ouvimos música, o ouvido envia o som não apenas para regiões especializadas do cérebro, mas também para o cerebelo, que se “sincroniza” com o ritmo, tornando possível acompanhar a melodia. Interessante é que o cerebelo parece ter prazer no processo de sincronização.

Essa descrição técnica não lhe soa como design inteligente?

Que vantagem evolutiva a apreciação estética trouxe ao ser humano? Por que gostamos de música e fazemos música? A resposta seria talvez: Porque fomos criados para gostar dela. Creio que sim.

Fonte: Michelson Borges

Dica de música:Volta pra casa

16/08/2010

Cantor: Ronaldo Fagundes

Música: Volta pra casa

Cante junto e venha para os braços do Pai.

Ele só está esperando por você.

 Não resista ao afago do Mestre.

Nesse culto (não) se improvisa

01/04/2010

 – Um número?

– 12.

– 70.

– 230.

– 333.

– 425.

Não, não é um leilão para ver quem dá mais por um objeto valioso. É só um regente democrático que concede à congregação a decisão de escolher uma música do hinário para ser cantada.

Ele olha para trás como se olhasse para as coxias de um teatro por onde entrarão os membros da igreja acompanhando o pregador do culto. Alguém acena de lá e o regente entende que deve enrolar, digo, cantar mais uma música com a igreja enquanto seu pastor não vem. O regente aproveita para sem a menor cerimônia avisar que “enquanto a plataforma não entra, cantemos mais um hino em honra em louvor ao nosso Deus”. Isso é o que ele fala, mas o que a congregação entende é: “Estão nos enrolando com essa música tapa-buraco para atrasos eclesiásticos”. Subitamente, ele é avisado de que a “plataforma” vai entrar, ele corta o hino pela metade e já puxa o famoso intróito.

Que bonito, que beleza que é o senso de improviso do adorador brasileiro! Se a Reforma tivesse começado com esse tipo de improviso na liturgia, eu não daria quarenta dias para o povo voltar para a ordem da missa.

O improviso no culto já começa pela roupa dos músicos. Por que o instrumentista acha que é só o regente que tem que estar com o vestuário adequado? E não estou falando de terno e gravata. Os pianistas, talvez acostumados ao figurino formal dos concertos, dificilmente erram. Mas o guitarrista e, quando há um, o baterista acham o máximo seguir o manual Joselito de reverência que diz que, se há uma solenidade, vá com uma roupa que grite que você é jovem e não está nem aí para as formalidades.

Todos prontos, cada um no seu lugar, é hora de cantar e tocar. Há uma introdução instrumental e… o regente improvisa as falas, o pianista baixa a cabeça e faz o que bem entende com o andamento, o guitarrista toca acordes diferentes do pianista e o saxofonista faz improvisos durante as três estrofes.

Dificilmente há ensaio e costuma-se jogar a responsabilidade para o Espírito Santo, que além de Consolador terá que soprar a letra no ouvido dos cantores e lembrar as notas para os músicos.

Nem sempre se poderá ensaiar com todo mundo, mas um breve ensaio de acertos meia hora antes do culto já previne muitos problemas.

É isso que acontece nos momentos de louvor de sua igreja? Quer fazer diferente?

Escolha as músicas antecipadamente. Providencie uma ligação temática entre as músicas. Compartilhe sugestões com seus colegas músicos e cantores da igreja. Perceba o que é adequado cantar e falar para a sua igreja. E nunca desconsidere a comunhão e o preparo.

Fonte: Joêzer Mendonça

Meus heróis NÃO morreram de overdose

08/03/2010

Leio que Julie Andrews completou 74 anos em 01 de outubro. Dá pra acreditar? A Maria de A Noviça Rebelde tornou-se uma septuagenária. Podem chamar de sentimental e convencional, mas é difícil resistir à Julie Andrews surgindo numa colina verdejante e girando com os braços abertos e cantando a bela “The sound of music”. Tudo bem que depois tem aquelas sete notas musicais ou sete crianças, o que dá no mesmo. Mas logo aparece uma Julie enamorada cantando “Something” e o resto é Oscar, história e lágrimas.

O cantor Cazuza dizia numa música que seus heróis morreram de overdose. Ele próprio escolheu viver e morrer como seus heróis. As mídias fingem odiar esse tipo de herói, mas são elas que cobrem cada nova celebridade com sua cota televisiva de vaidade (quando tudo vai bem), falso moralismo (quando tudo vai mal) e confete post-mortem. Todo astro recém-falecido por overdose é coroado com um mito: o melhor é morrer jovem e famoso. Essa é a maior falácia da cultura pop, um engodo que tem levado muita gente a achar que aproveitar a vida é experimentar tudo, todos e todas ao som de muito rock’n’roll, yeah!

Como escreve Robert Pirsig, “a degeneração é prazerosa, mas não sustenta uma vida inteira”. Mas quem é que está se lixando pra expectativa de vida, quando dizem que não há nem céu nem inferno, nem Deus, nem deus, nem juízo. Lembra do trinômio revolucionário “liberdade, igualdade, fraternidade”? Pode parecer apocalíptico, mas alguém discorda de que esse ideal foi substituído pelo também trinômio “sexo, drogas e rock’n’roll”?

Antes que os filisteus virtuais ataquem este web-escriba, já adianto que o problema dessa geração pode até não ser a música (que espelha as vontades dessa geração). O problema é esse estilo de vida “morra jovem e drogado” sendo vendido como a quintessência do pensamento rebelde e antiautoritário, um modelo insuperável de ser artista e porta-voz da geração, quando no fundo é apenas suicídio juvenil glamourizado. Roqueiros e atores, principalmente, são elevados à categoria de ícones da juventude transviada que estabeleceu suas próprias regras de sucesso, vida e morte. Porém, se solos de guitarra não vão me conquistar, esse overdose way of life também não me convence.

Meus heróis não morreram de overdose: Dostoievski, Jane Austen, Guimarães Rosa, John Steinbeck, Tolstoi; Beethoven, Bach, Bernard Herrmann, Debussy, Stravinski, Duke Ellington; Kurosawa, Jean Renoir; Lincoln, Luther King. Eles representam um tipo de herói: aqueles que escaparam da mediocridade reinante na cultura e nas relações sociais. São heróis pela excelência artística e de pensamento.

Alguém dirá: e Lutero, Paulo, Isaías, Daniel, Pedro e João não seriam heróis maiores e melhores? Estes são um outro tipo de herói: gente que nos serve de inspiração para viver. Eles são muito mais que heróis das artes e do pensamento.

Meus heróis não morreram de overdose. Talvez nem sejam heróis apenas; uns preferem chamá-los de mártires. Eles morreram decapitados, queimados, crucificados e temo não estar à altura de mártires assim, que não morrem por uma ideologia, morrem pelo Amor que excede todo entendimento. Meus heróis não pegaram em armas e venceram exércitos. Eles viveram não por força nem por violência, mas pelo poder do Espírito. Meus heróis não foram seres perfeitos. Eles tiveram falhas e espinhos na carne, mas negaram-se a si mesmos e decidiram que, não eles, mas Cristo viveria neles.

Há heróis e super-heróis para todos os gostos. Contudo, se em vez de adotarmos heróis pelo nosso gosto pessoal nós levarmos nossa vida ao pé da cruz, sairemos dali com um novo sentido do que é de fato um herói. Eu preciso de heróis que vivem pelo que ainda não se vê, que vivem por uma esperança estranha para quem não acredita, mas tremendamente perfeita e elevada para quem aceita.

Fonte: Joêzer Mendonça

O compositor cristão no tempo

03/03/2010
Haendel sem O Messias, Bach sem A Paixão Segundo S. Mateus. A música sacra desprovida de dois de seus maiores monumentos. Se os críticos desses compositores tivessem vencido, assim ficaria a história da música. Na Inglaterra do século 18, Haendel era um alemão, de escola italiana, a serviço de Sua Majestade. Sem licença para ousar, mas com raro tino de espetáculo, Haendel fazia um sucesso merecido na corte inglesa. Nem por isso conseguiu estrear em Londres sua obra que viria a ser a mais famosa, o oratório O Messias. Foi para Dublin, onde alcançou tamanho êxito que os empresários londrinos logo perceberam o potencial comercial da obra.
Em que pese as histórias sobre a rapidez (menos de 3 semanas) com que o oratório foi integralmente composto ou sobre a reverência do rei Jorge II durante o Aleluia (o “Hallelujah”, o “He shall reign forever and ever”), há uma outra história menos divulgada: a de que a obra encontrou firme oposição do conservadorismo musical e religioso de músicos e eclesiásticos da corte.
Algumas alegações contra a obra-prima de Haendel eram: o número excessivo de notas (?!), a influência orquestral de arranjos próprios da ópera, a linha vocal dos solos, também de substrato operístico, enfim, o trato espetaculoso da forma do oratório. Os críticos da obra temeram a aproximação do oratório, de caráter não-cênico, com a ópera, e também a banalização do texto bíblico, que estaria sendo, para eles, vulgarizado pelos solistas lírico-exibicionistas nas árias.
Haendel não foi o primeiro e nem seria o último a romper com padrões musicais vigentes conservados em formol pelo clero e pelos músicos alinhados ao tradicionalismo. Palestrina, Lutero, Hassler e, posteriormente, Lowell Mason, Ira Sankey, entre tantos outros, lidaram com uma música que, ao mesmo tempo em que recusava o conservadorismo e o tradicionalismo, dava continuidade à busca pela inovação sem desprezar a tradição. A contribuição de Haendel ao oratório é inestimável, bem como é preciosa a contribuição de cada compositor mencionado na busca por uma música aliada do seu tempo a fim de oferecer um pensamento musical e religioso auto-expressivo.
Bach, também na primeira metade dos 1700, enfrentou outro tipo de resistência. Sua obra durante muito tempo, inclusive após sua morte, foi taxada de reacionária, conservadora, guardiã do atraso musical. Os estudos modernos revelam que a obra de Bach utilizava, sim, procedimentos contrapontísticos abandonados por muitos de seus contemporâneos. Estes estavam mais interessados na homofonia da hora que na polifonia dos mestres flamengos da Renascença, que consideravam tão arcaica quanto nós aqui no século XXI achamos antigo o primeiro disco dos Arautos do Rei (lembrando que antigo não quer dizer ruim).
Entretanto, Bach elevou o contraponto a uma técnica tão elevada, exercitou as notas da escala temperada a tal ponto que hoje nos parece que o velho Johann Sebastian estava, na verdade, fazendo uma música que só teria audição especializada cem anos depois. Justamente na metade do século XIX, Mendelssohn traria à luz um dos picos criativos de Bach: A Paixão Segundo S. Mateus.
 
Nos críticos de Haendel e Bach se revela um ranço ético-musical que perdura até hoje: o de fazer da própria cultura musical-religiosa a medida de todas as músicas. Ao acreditarem que os próprios valores musicais servem como princípios de composição musical para outro indivíduo, muitos legitimam as crenças artísticas pessoais em detrimento do arcabouço cultural e expressivo do outro. Ao negar a importância da alteridade (a identidade do outro) e do crescimento estético, cultural e religioso de cada ser humano, desrespeita-se a individualidade e impõe-se autoritariamente uma couraça sonora do rei Saul aos Davis da música e suas pedrinhas instrumentais.
Como todos sabem, entre a couraça grande demais e a simples funda, Davi preferiu a arma mais habitual para si, e venceu Golias. Não por causa da funda, um instrumento de guerra pouco ortodoxo, mas até mesmo apesar da funda, Davi saiu-se vitorioso, pois confiava não em exércitos ou cavaleiros, mas no Deus ao qual tinha por vivo e verdadeiro (olhando hoje, parece até deliberado o propósito de Davi em desmoralizar o gigante guerreiro infligindo-lhe uma derrota na base da pedrada juvenil).
Por outro lado, estar acomodado à música do nosso próprio século não é garantia de que estamos fazendo o que é correto ou justo, ou mesmo necessário. Bach, criticado por alguns de seus pares, fez de sua música “conservadora” uma obra que não apenas servia à liturgia de sua igreja na adoração a Deus, como também atendia a necessidade de fruição artística que o ser humano possui. Por este motivo, talvez, Bach costumava assinar algumas obras com algo como “para o deleite dos homens e para a glória de Deus”.
Hoje não se exige a excelência de um Bach ou um Haendel moderno. Mas se a mudança na música sacra se der menos pelo efeito de novidade ou acomodação ao mercado fonográfico e mais por um genuíno interesse em apresentar o evangelho eterno sob novas expressões artísticas, nossa geração terá compreendido o valor da tradição e o sério papel que tem a desempenhar no ministério da música.
Fonte: Joêzer Mendonça Doutorando em música pela UNESP. Escrevo sobre atualidades e antigüidades relacionadas à música, mídia, religião e cultura.

A vida que faz diferença

15/01/2010

Hospital Nossa Senhora do Pilar, Curitiba, 14:30. Eu, ao teclado, e o maestro Paulo Torres, spalla da Sinfônica do Paraná, começamos a tocar pelos quartos e corredores do hospital. Alguns, presos em leitos da UTI, talvez não escutem, enquanto outros reagem de uma forma que me impressiona.

Uma senhora, enquanto tocávamos o hino “Lindo País”, abre os braços e permanece assim durante toda a música. O que ela estaria pensando? Estaria reagindo apenas à sonoridade, ou aquela música lhe traz recordações e lhe dá esperança, talvez não de cura, mas de vida eterna?

Em outro andar, um jovem marido coloca um sofá à porta do quarto para que sua esposa se sente. Ambos ouvem nitidamente emocionados ao hino “Sou Feliz”. Alguns visitantes saem dos quartos para ouvir e agradecer. Tocamos ainda “Falar com Deus” e “Maior que Tudo”. Também tocamos “Traumerei”, de Schumann, e “Eu sei que vou te amar”, de Tom Jobim. No último andar, uma senhora coloca o celular bem perto do violino para que alguém ouça a música que tocamos. Funcionários passam apressados, ocupados; um outro pergunta se podemos tocar algo de Beethoven. Muitos agradecem.

Na semana em que a médica Zilda Arns morre na tragédia do Haiti, eu me pergunto sobre o que estou fazendo. E o que estou fazendo é tão infinitamente pequeno perto do que ela fez em vida!

Perguntas que insistimos em deixar pros outros, como Zilda Arns, responderem: Como meus vizinhos me veem? Como sou no trabalho: gentil e atencioso, ou sou apenas o tímido do trabalho que sai mais cedo na sexta-feira? Sou aquele que gasta os tubos para ficar na moda ou sou daqueles que doam tempo para quem tem necessidades básicas não atendidas?

 Não digo que devemos mudar nossas carreiras. Mas há tantos, principalmente aqueles que atuam em áreas da saúde, da educação e da assistência social (eu disse assistência e não assistencialismo), que podem ser a cabeça e não a cauda em suas atuações na sociedade.

Onde estão nossos Martin Luther Kings? Nossas Zilda Arns? Homenagens, discursos, artigos, muito se falará de Zilda Arns, alguém que dedicou a vida em favor da erradicação da pobreza, em favor da saúde da mulher, em prol de crianças sem amparo.

 Às vezes, penso que estamos tão ocupados na defesa doutrinária, o que é importante e necessário, que acabamos por desestimular involuntariamente os envolvidos em ações sociais e políticas que fazem diferença na vida de pessoas. O último discurso de Zilda Arns (leia aqui) conjuga o amor de Cristo e o amor ao próximo. Até quando seremos coadjuvantes, quando não, figurantes?

Não se deve renunciar à proclamação do evangelho eterno e da restauração das verdades bíblicas. Nem se pode deixar de reparar as brechas sociais e atar as fraturas da miséria. Cristo faz diferença na vida das pessoas. Zilda Arns fez diferença. E nós, que diferença fazemos na vida dos nossos semelhantes?

Fonte: Joêzer Mendonça

Dica de música: Quando o sol chegar

13/01/2010

Cantora: Príscilla Gollub

Música: Quando o sol chegar

Toda noite quando está pra terminar
Deixa mais intensa a escuridão
O vento sopra frio e já não há luar
E tudo se esconde em densa sombra então
Nessas horas eu posso recordar o que aprendi
A alegria vem quando a luz raiar
Toda noite tem seu começo e seu fim
Vou sorrir quando o sol chegar

Quanto mais escura for a noite
Quanto mais o tempo se estender
Mais e mais eu ponho a fé em Cristo
Sei que um dia vai aparecer
Quanto mais a névoa aumentar
Quanto mais a dor me atingir
Mais e mais eu creio na promessa
Meu Senhor virá
Vou sorrir Quando o Sol Chegar

Longe esteja meu orgulho e meu prazer
E não na rude cruz, no meu Salvador
Quem sou eu pra não querer dar vida ao sofrer
O servo não é mais que seu Senhor
Nessas hora eu posso confiar no que aprendi
Pela graça e fé o justo viverá
O pecado em breve terá o seu fim
Vou sorrir quando o sol chegar

Quanto mais escura for a noite
Quanto mais o tempo se estender
Mais e mais eu ponho a fé em Cristo
Sei que um dia vai aparecer
Quanto mais a névoa aumentar
Quanto mais a dor me atingir
Mais e mais eu creio na promessa
O Meu Senhor virá
Vou sorrir Quando o Sol Chegar

Pra limpar dos meus olhos toda lágrima
Pra afastar toda a dor que me assombra
Destruir essa morte já vencida
Que sobrar no peito há vida

Quanto mais escura for a noite
Quanto mais o tempo se estender
Mais e mais eu ponho a fé em Cristo
Sei que um dia vai aparecer
Quanto mais a névoa aumentar
Quanto mais a dor me atingir
Mais e mais eu creio na promessa
O Meu Senhor virá
Vou sorrir Quando o Sol Chegar

Quanto mais escura for a noite
Quanto mais o tempo se estender
Mais e mais eu ponho a fé em Cristo
Sei que um dia vai aparecer
Quanto mais a névoa aumentar
Quanto mais a dor me atingir
Mais e mais eu creio na promessa
O Meu Senhor virá
Vou sorrir Quando o Sol Chegar

Dica de música: Lembra de Mim

08/01/2010

Cantor: Sérgio Saint

Música: Lembra de Mim

Reflita nessa letra e perceba o carinho que Deus tem por você.

Lembra de mim
Em uma bíblia que você nunca mais leu
Lembra de mim
Num silêncio em seu quarto em oração

Eu vou te ver envelhecer
De coração aqui
Paz te dou, menino meu
Lembrei-me de você
Lembra de mim

Lembra de mim
Quando a cor do pôr-do-sol enche o céu
Lembra de mim
Quando vê a natureza em perfeição

Eu vou te ver envelhecer
De coração aqui
Paz te dou, menino meu
Lembrei-me de você
Lembra de mim

Lembra de mim
Quando uma criança brinca e vê você
Lembra de mim
Quero tanto te falar,
Quero tanto te olhar
Quero sim te ver sorrir

Eu vou te ver envelhecer
De coração aqui
Paz te dou, menino meu
Lembrei-me de você
Lembra de mim

(Vou te ver envelhecer, Paz te dou, menino meu)
Lembra de mim
(De coração aqui, Lembrei-me de você)