Posts Tagged ‘Lição da Escola Sabatina’

Ninguém é uma ilha

01/11/2010

“Muitos dos que estão em postos de comando, que ocupam cargos de responsabilidade, têm pouca consciência ou nobreza de caráter. Eles podem exercer sua autoridade, até mesmo para a destruição dos que lhe estão sob as ordens. Isso é ignorado. Estes comandantes podem abusar do poder a eles dado, e fazer com que seus subrodinados ocupem posições perigosas, onde estariam expostos a encontros fatais com os rebeldes sem a menor esperança de vencê-los. Assim podem desfazer-se de homens corajosos e conscienciosos, a exemplo do que Davi fez com Urias (2Sm 11:14,15; Testemunhos Para a Igreja, v.1,p.255).

Trabalho judicioso é indispensável tanto para a felicidade como para a prosperidade de nossa raça. Ele torna forte o que é fraco, corajoso o que é tímido, rico o que é pobre, e feliz o que é infeliz. Nossos diversos encargos são proporcionais a nossas várias habilidades e Deus espera resultados correspondentes aos talentos que Ele deu a Seus servos. Não é a grandeza dos talentos que determina a recompensa, mas a maneira pelas qual são usados –  o grau de fidelidade com que são realizados os deveres da vida, quer sejam grandes ou pequenos.

A ociosidade é uma das maiores maldições que podem incidir sobre o homem pois o vício e o crime seguem em sua esteira. Satanás está à espreita, pronto a apanhar de improviso e destruir os incautos cuja ociosidade lhe dá a oportunidade de captar a amizade deles, sob algum disfarce atraente. Ele nunca é mais bem-sucedido do que quando se acerca dos homens sem suas horas vagas (Este Dia com Deus [MM 1980],p.131).

Levem um livro para ler enquanto viajam… Empreguem todo momento vago em fazer alguma coisa. Assim, uma porta eficaz se fechará a milhares de tentações. Tivessem o rei Davi se empenhado em algum trabalho útil não terias sido culpado de assassinar Urias. Satanás está sempre pronto para ocupar aquele que não se ocupa (Grifo nosso(Testemunhas Para a Igreja, v.4, p.412).

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a Lição da Escola Sabatina dos Adultos, Figuras dos bastidores, p.39 e 40.

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O plano de investimento de Deus

29/10/2010

Quem dera que cada mãe percebesse quão grandes são os seus deveres e responsabilidades, e quão grande será a recompensa da fidelidade. A influência diária da mãe sobre os filhos os está preparando para a vida ou para a morte . Ela exerce no lar uma influência mais decisiva do que o pastor no púlpito, e do que o rei em seu trono. O Dia do Senhor revelará o quanto o mundo deve a mães piedosas pela formação de homens que se tornaram resolutos defensores da verdade e da reforma – homens que foram corajosos para fazer e ousar, que permaneceram inabaláveis em meio a provas e tentações; homens que escolheram os elevados e santos interesses da verdade e da glória de Deus, antes que honras mundanas ou a própria vida.

Quando o juiz Se assentar e os livros forem abertos, quando as palavras “bem está” do grande Juiz forem pronunciadas, e a coroa de glória imortal for colocada sobre a fronte dos vencedores, muitos erguerão suas coroas à vista do Universo congregado, e apontando para sua mãe, dirão: “Ela fez de mim o que eu sou através da graça de Deus. Seus ensinos, suas orações, foram coroados de êxito para a minha eterna salvação.”

Samuel se tornou um grande homem em todo o sentido, segundo Deus avalia o caráter. … Os jovens devem ser ensinados a permanecer firmes pelo que é direito em meio à prevalecente iniquidade, para fazerem tudo que estiver ao seus alcance a fim de deter o progresso do vício, e promover a virtude, a pureza, e a verdadeira nobreza. As impressões causadas na mente e no caráter durante a infância são profundas e duradouras (Signs of the Times, 3 de novembro de 1881: Refletindo a Cristo [MM 1986], P.187).

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a lição da Escola Sabatina dos Adultos, Figura dos Bastidores, p.22 e 23.

Julgamento

28/10/2010

“Os que são mais inclinados a desculpar ou justificar a si mesmos no pecado são mais severos em julgar e condenar outros. Há muitos hoje, como Saul, trazendo sobre si mesmos o desagrado divino. Rejeitam o conselho e desprezam a reprovação. Mesmo quando convencidos de que o Senhor não está com eles, recusam-se a ver em si mesmos a causa da dificuldade. Quantos alimentam um espírito arrogante, presumido, enquanto justificam o julgamento cruel ou repreensão severa de outros que, no coração e na vida, são realmente melhores que eles. Para esses que se estabeleceram como juízes seria bom ponderar as palavras de Cristo: ” Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.” (Mt 7:2, Signs of the Times, 17 de agosto de 1882).

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a Lição da Escola Sabatina dos Adultos, Figuras dos Bastidores, p.27

Cantando louvores

26/10/2010

Precisamos preparar o caminho do Senhor, de acordo com a luz recebida. Precisamos ter uma nova experiência. Precisamos oferecer louvor e ações de graças a Deus, não somente na congregação, mas na vida doméstica. Que as vozes de Seu povo eleito sejam ouvidas narrando as obras do Senhor. Contem de Sua bondade, falem do Seu poder. A quem tenho eu no Céu senão a Ti? E não há ninguém na Terra que eu deseje senão a Ti. Precisamos de mais canções de louvor e menos de murmurações e queixas. (Manuscript Releases, v.20, p.269).

“O que oferece sacrifício de ações de graça, esse Me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus” (Sl 50:23).

[Deus] deseja que apreciemos o grande plano da redenção, consideremos nosso elevado privilégio como povo de Deus, e andemos diante dEle em obediência, com ações de graças. Ele deseja que  O sirvamos em novidade de vida, com o contentamento todo dia. Ele anseia ver gratidão brotando em nosso coração porque temos acesso ao propiciatório, o trono de graça, porque nossos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro, porque podemos lançar todo o nosso cuidado sobre Aquele que cuida de nós. Ele nos insta a regozijar-nos porque somos a herança do Senhor, porque a justiça de Cristo é a veste de Seus santos, porque temos a bendita esperança da breve vinda de nosso Salvador.

Louvar a Deus em inteireza e sinceridade de coração é tanto um dever quanto o é a oração. Devemos mostrar a todas as inteligências celestiais que apreciamos o maravilhoso amor de Deus pela humanidade caída e que estamos esperando maiores e mais amplas bênçãos de Sua inifinita plenitude. Muito mais do que o fazemos, precisamos falar dos preciosos capítulos em nossa experiência. Após um especial derramamento do Espírito Santo, nossa alegria no Senhor e nossa eficiência em Seu serviço aumentarão grandemente pelo ato de recordar Sua bondade e Sua obras maravilhosas em benefício de Seus filhos (Olhando Para o Alto [MM 1983], p.55).

Fonte: Comentários de Ellen G; White sobre a Lição da Escla Sabatina dos Adultos, Figuras dos bastidores, p.20 e 21

Derramando o coração

25/10/2010

O Senhor diz: “Invoca-Me no dia da angústia” (Sl 50:15). Convida-nos a Lhe expormos nossas perplexidades e carências, e nossa necessidade de auxílio divino. Exorta-nos a perseverar na oração. Logo que surgirem dificuldades, devemos apresentar-Lhe nossas petições sinceras e francas. Pelas orações insistentes evidenciamos nossa forte confiança em Deus. O senso de nossa necessidade nos induz a orar com fervor, e nosso Pai celestial é movido por nossas súplicas (Parábolas de Jesus, p.172).

Orar corretamente é, com fé, pedir a Deus as coisas de que realmente você necessita. Vá ao seu quarto ou em algum lugar retirado e peça ao Pai que o ajude por amor de Jesus. Há poder na oração que sobe de um coração convencido de suas fraquezas mas que fervorosamente deseje a força que provém de Deus. A oração sincera e fervorosa será ouvida e respondida (A Fé Pela Qual Eu Vivo [ MM 1959], p.224).

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a Lição da Escola Sabatina, Figuras dos bastidores, p.20.

Tenha uma ótima semana na companhia de Jesus.

Pensando no futuro

21/10/2010

Pais, dediquem seus filhos ao Senhor e lembrem-lhes sempre de que pertencem a Ele, que são os cordeiros do rebanho de Cristo, vigiados pelo verdadeiro Pastor. Ana dedicou Samuel ao Senhor, e dele se diz: ‘E crescia Samuel, e o Senhor era com ele, e nenhuma de todas as Suas palavras [as palavras do Senhor por intermédio de Samuel] deixou cair em terra’ (1Sm 3:19). No caso deste profeta e juiz de Israel, são apresentadas as possibilidades postas diante do filho cujos pais cooperam com Deus, efetuando a obra que lhes é designada” (Ellen G. White, Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 143).

“Que recompensa teve Ana! E que estímulo para a fidelidade é seu exemplo! Há oportunidades de inestimável valor, interesses infinitamente preciosos, confiados a toda mãe. “A humilde rotina dos deveres, que as mulheres têm considerado fastidiosa tarefa, deve ser encarada como obra grandiosa e nobre. É privilégio da mãe abençoar o mundo por sua influência e, fazendo isto, trará alegria a seu próprio coração. Ela pode fazer retas veredas para os pés de seus filhos, através de claridade e sombra, em direção às alturas gloriosas do Céu. Mas unicamente quando procura em sua vida seguir os ensinos de Cristo, é que a mãe pode esperar formar o caráter de seus filhos segundo o modelo divino. O mundo está repleto de influências corruptoras. A moda e os costumes exercem forte poder sobre os jovens. Se a mãe falta em seu dever de instruir, guiar e restringir, os filhos naturalmente aceitarão o mal e se desviarão do bem. Que toda mãe vá muitas vezes ao seu Salvador com a oração: ‘Ensina-nos o que faremos pela criança.’ Que ela atenda à instrução que Deus dá em Sua Palavra, e receberá sabedoria conforme a necessitar” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 572, 573).

Fonte: Lição da Escola Sabatina, Figura dos Bastidores, sexta 15.10.2010.

Quando a vida não é justa

21/10/2010

Quase todos nós fomos ensinados que, no fim, os bons sempre ganham e que colhemos o que semeamos. Frequentemente, levamos isso adiante e cremos que uma boa pessoa deve ter uma vida longa e boa, e que os maus podem esperar uma vida problemática e breve. Embora saibamos que o bem vencerá o mal no fim, quando Jesus voltar, a realidade é que os bons nem sempre ficam bem nesta vida e que os maus nem sempre se dão mal. Às vezes, até somos castigados por fazer o que é certo. Muitas vezes, Deus interfere e salva miraculosamente e protege Seus filhos, mas nem sempre é assim.

 Jônatas foi para Davi um amigo verdadeiro e fiel. Ele era intercessor e tentou o melhor que pôde para fazer as pazes entre Davi e Saul. Jônatas não era orgulhoso e estava disposto a abrir mão de seu direito ao trono. Igualmente, ele estava disposto a aceitar Davi como rei. Ele também era um bom filho. Deus já havia usado Jônatas antes para pôr em fuga um exército inteiro, e agora, o exército israelita mais uma vez enfrentava os filisteus. Talvez Jônatas pensasse que, uma vez mais, Deus operaria um milagre para salvar Israel. Naquele dia, Jônatas caiu no campo de batalha (1Sm 31:2).

Como João Batista, Jônatas é um exemplo dos que não conseguem alcançar o que parecem merecer na vida. Eles sofrem frequentemente, perdem posições de honra por causa de Cristo e, às vezes, até caem no posto de dever. Por mais insignificante ou até inútil que sua vida e sacrifício possam parecer, eles são figuras-chave nos planos de Deus. São motivados e sustentados pelo amor e pela presença de Jesus. Nascem para a grandeza – não necessariamente a grandeza que o mundo entende ou exalta, mas uma grandeza que vai além de nossas expectativas e conceitos humanos.

Sob a nossa perspectiva, acontece muita coisa que não faz sentido nem parece justo. Mas a promessa é de que, um dia, todas as coisas serão esclarecidas, e teremos as respostas para o que agora nos parece insondável.

 Leia 1 Coríntios 4:5, 13:12, Romanos 8:28, e Apocalipse 21:4. Que esperança você pode tirar dessas passagens quando enfrentamos perguntas difíceis.

Fonte: Lição da Escola Sabatina dos Adultos, Figura dos Bastidores, quinta 21.11.2010.

Alerta!

19/10/2010

“Se os homens a quem Deus confiou talentos intelectuais se recusarem a usar esses dons para Sua glória, depois de provas e aflições Ele os deixará entregues a suas próprias imaginações e tomará homens que não pareçam ser tão ricamente dotados, que não têm grande confiança própria, e fortalecerá os fracos porque confiam que Deus fará por eles o que não podem fazer por si mesmos. Deus aceitará o serviço sincero, e Ele mesmo suprirá as deficiências (Maranata, o Senhor Vem [MM 1977], p.113).”

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a Lição da Escola Sabatina dos Adultos, Figura dos bastidores, p.13.

Independência individual – perigo!

24/09/2010

Vi o perigo em que o povo de Deus incorre ao olhar para o irmão e a irmã White, pensando que deve ir a eles com suas preocupações e em busca de conselho. Isso não deve ser assim. Eles foram convidados por seu compassivo e amoroso Salvador a ir a Ele quando cansados e sobrecarregados, e Ele os aliviará. … Muitos vêm a nós com a pergunta: Devo fazer isto? Devo envolver-me nesta empreitada? Ou, com relação ao vestuário: Devo usar este ou aquele artigo? Respondo-lhes: Vocês professam ser discípulos de Cristo. Estudem a Bíblia. Examinem cuidadosamente e com oração a vida de nosso querido Salvador quando habitava entre os homens na Terra. Imitem-na e não se desviarão do caminho estreito. Recusamo-nos absolutamente lhes servir de consciência. Se lhes dissermos exatamente o que fazer, vocês nos olharão como guias em lugar de irem diretamente a Jesus” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 118, 119).

“Mas não devemos pôr a responsabilidade de nosso dever sobre outros, e esperar que eles nos digam o que fazer. Não podemos depender da humanidade quanto a conselhos. O Senhor nos ensinará nosso dever com tanta boa vontade como o faz a qualquer outro. … Os que decidem não fazer, em qualquer sentido, coisa alguma que desagrade a Deus, depois de Lhe apresentarem seu caso saberão a orientação que hão de tomar” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 668).

“Tem havido sempre na igreja os que estão constantemente inclinados à independência individual. Parecem incapazes de compreender que a independência de espírito é susceptível de levar o instrumento humano a ter demasiada confiança em si mesmo e em seu próprio discernimento, de preferência a respeitar o conselho e estimar altamente a maneira de julgar de seus irmãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 163).

Fonte: Lição da Escola Sabatina dos Adultos de 24 de setembro de 2010.

Vitória sobre o pecado

08/09/2010

Ele [Jesus] não consentia com o pecado. Nem por um pensamento cedia à tentação. O mesmo se pode dar conosco. A humanidade de Cristo estava unida à divindade; Ele estava habilitado para o conflito, mediante a presença interior do Espírito Santo. E veio para nos tornar participantes da natureza divina. Enquanto a Ele estivermos ligados pela fé, o pecado não mais terá domínio sobre nós. Deus nos toma a mão da fé, e a leva a apoderar-se firmemente da divindade de Cristo, a fim de atingirmos a perfeição de caráter” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p.123).

“No batismo, comprometemo-nos a romper toda conexão com Satanás e seus agentes, e dedicar coração e mente à obra de estender o reino de Deus. …O Pai, o Filho e o Espírito Santo estão empenhados em cooperar com os instrumentos humanos santificados” (Comentários de Ellen G. White, The SDA Bible Commentary, v.6, p.1.075).

“A profissão de cristianismo, sem a fé e as obras correspondentes, de nada aproveitará. Homem algum pode servir a dois senhores. Os filhos do maligno são servos de seu senhor; de quem se fazem servos para lhe obedecer, desses são servos (Rom 6:16), e não podem ser servos de Deus enquanto não renunciarem ao diabo e a todas as suas obras. O envolvimento nos prazeres e diversões em que empenham os servos de Satanás não pode ser inofensivo para os servos do Rei celestial, embora repitam muitas vezes que tais diversões são inocentes. Deus tem revelado verdades santas e sagradas para separar Seu povo dos ímpios e purificá-lo para Si. Os adventistas do sétimo dia devem viver sua fé” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v.1, p.404).

Fonte: Lição da Escola Sabatina dos Adultos, A Redenção em Romanos, p.51.