Archive for the ‘Fique ligado!’ Category

Alerta!

19/10/2010

“Se os homens a quem Deus confiou talentos intelectuais se recusarem a usar esses dons para Sua glória, depois de provas e aflições Ele os deixará entregues a suas próprias imaginações e tomará homens que não pareçam ser tão ricamente dotados, que não têm grande confiança própria, e fortalecerá os fracos porque confiam que Deus fará por eles o que não podem fazer por si mesmos. Deus aceitará o serviço sincero, e Ele mesmo suprirá as deficiências (Maranata, o Senhor Vem [MM 1977], p.113).”

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a Lição da Escola Sabatina dos Adultos, Figura dos bastidores, p.13.

Exercício de oração

16/09/2010

Olá,

Como está? tem exercitado a oração intercessória? isso mesmo.. continue!

Amanhã, quero saber notícias de como foi a comunicação à pessoa que você orou, como reagiu e se ela percebeu alguma mudança. Peça que ela repasse o gesto a outras pessoas também.

Deus seja louvado. Muito bom você acreditar  e experimentar as alegrias do poder da oração.

Continue orando pela Kayla. Ela precisa muito de nossas orações. Deus a abençõe.

“A força adquirida na oração a Deus, unida com o esforço individual em educar a mente para responsabilidade e vigilante cuidado, prepara a pessoa para os deveres diários e conserva em paz o espírito em todas as circunstâncias, por difíceis que sejam. As tentações que estamos diariamente expostos tornam a oração uma necessidade. Para que possamos ser guardados pelo poder de Deus mediante a fé, os desejos da mente devem estar de contínuo subindo em silenciosa oração suplicando auxílio, luz, força e conhecimento.” Maravilhosa Graça, Meditação Matinal, 1974, p. 315,  5 de novembro.

Vida sexual + relacionamento sério = satisfação

29/08/2010

Segundo estudo do sociólogo Anthony Paik, da Universidade de Iowa, casais que esperam o relacionamento ficar mais sério para iniciar a vida sexual desenvolvem relação de maior qualidade. Paik entrevistou 642 adultos e investigou a qualidade de seus relacionamentos. Fez perguntas como: Qual o nível de intimidade? Planos para o futuro? Quanto ama o parceiro? Como seria a vida sem o parceiro? Também perguntou em que estágio do relacionamento tiveram a primeira relação sexual. Aqueles que esperaram até a relação ficar mais séria foram os que reportaram os maiores níveis de satisfação. Pela interpretação que Paik dá aos resultados de sua pesquisa, parece que ele não entendeu direito algo bem simples: as pessoas querem compromisso e vínculo amoroso. Ninguém gosta de se sentir usado (na verdade, o sexo casual e a iniciação sexual precoce têm levado muitos jovens à depressão e à baixa autoestima). E em que contexto é possível desenvolver relação séria, de compromisso, doação e amor? No casamento, evidentemente. Portanto, a equação é bem simples: casamento abençoado + vida sexual sadia = satisfação e qualidade de vida. O que foge disso sempre traz consequências indesejáveis. Para o criacionista bíblico, o casamento é uma das duas instituições sagradas criadas no Jardim do Éden.

Fonte: Michelson Borges

Por que gostamos de música ?

17/08/2010

Na revista Veja de 10 de janeiro de 2010, há um artigo interessante que tenta responder à pergunta: Por que fazemos e gostamos de música? O livro que o artigo toma como base é This Is Your Brain on Music [Esse é seu cérebro na música], lançado no ano anterior nos Estados Unidos. Seu autor, o neurocientista americano Daniel Levitin, da Universidade McGill, em Montreal, Canadá, comandou uma equipe que realizou exames de ressonância magnética no cérebro de 13 pessoas enquanto elas ouviam música. “O resultado do trabalho é a mais detalhada descrição já obtida pela ciência da – para usar as palavras de Levitin – ‘refinada orquestração entre várias regiões do cérebro’ envolvidas na ‘coreografia musical’”, diz Rosana Zakabi, autora da matéria.

Segundo Veja, a equipe de Levitin desvendou processos neurológicos que até então tinham escapado aos pesquisadores. Um dos mais surpreendentes é que a percepção musical não é resultado do trabalho de uma área específica do cérebro, como ocorre com muitas atividades, mas da colaboração simultânea de grande quantidade de sistemas neurológicos.

“Uma conclusão da pesquisa é que muito do que se imagina ser o som do mundo exterior ocorre na verdade dentro do cérebro. As moléculas de ar que fazem vibrar nossos tímpanos não têm em si as variações entre sons graves e agudos. Elas oscilam numa determinada frequência que o cérebro mede; a partir disso, ele constrói uma representação interna com variações de tonalidade sonora. É similar ao que acontece com as ondas de luz, que são desprovidas de cor. É o cérebro e o olho que constroem as cores medindo a frequência das ondas. Levitin nota que o cérebro não apenas produz uma representação interna do som, mas também lhe dá significado.”

O cientista descobriu que, quando ouvimos música, o ouvido envia o som não apenas para regiões especializadas do cérebro, mas também para o cerebelo, que se “sincroniza” com o ritmo, tornando possível acompanhar a melodia. Interessante é que o cerebelo parece ter prazer no processo de sincronização.

Essa descrição técnica não lhe soa como design inteligente?

Que vantagem evolutiva a apreciação estética trouxe ao ser humano? Por que gostamos de música e fazemos música? A resposta seria talvez: Porque fomos criados para gostar dela. Creio que sim.

Fonte: Michelson Borges

Hoje é sexta-feira, 13 de agosto. Você tem medo disso?

13/08/2010

Hoje é sexta-feira. 13. E, ainda, do mês de agosto! A lembrança disso perturba e preocupa muita gente desinformada por aí.

Além de gravar o Tempo de Refletir de hoje falando sobre esse assunto, resolvi pesquisar um pouquinho mais sobre a origem dessa superstição. Descobri que existem pelo menos três explicações mais aceitas.

A mais “contundente” delas tem origem em uma antiga crença católica. Argumentam que o dia é de azar porque Jesus foi crucificado numa sexta-feira e também porque na última ceia que participou, estiveram 13 pessoas à mesa: Ele e os 12 discípulos. Imagine só! O dia da redenção, o dia em que o Salvador ofereceu a vida para salvar a humanidade é considerado “azarado”… Quando foi, justamente, o contrário.

As outras duas “explicações” para a sexta-feira 13 vem de lendas. Uma, nórdica, onde num banquete 12 deuses foram convidados. Apareceu lá, sem ser convidado, um espírito do mal, chamado Loki. Criou-se uma confusão onde morreu um tal de Balder. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era uma desgraça na certa. A segunda, tão absurda quanto a primeira, tem uma deusa do amor e da beleza, chamada Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a Friga se transformou em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

Não sei se as razões para a existência da “assustadora” sexta-feira 13 são para rir ou chorar. O estudante da Palavra de Deus não pode ser levado a temer ou tremer diante de tamanhos absurdos da fértil imaginação humana.

Aproveite bem esta sexta-feira 13 de agosto. Aliás, a Bíblia chama a sexta-feira de “dia da preparação” para o sábado, aniversário da criação do planeta Terra (Marcos 15:42 e Lucas 23:54). Então, toque a vida na certeza de quando passares pelas eventuais turbulências do dia, Deus estará com você (Isaías 43:1-3). Você nunca está só.

Fonte: Amilton Menezes

Mais espiritismo “global”

11/08/2010

As histórias sobrenaturais estão cada vez mais atraentes pelos altos índices de audiência na TV e pelas frondosas bilheterias no cinema. Com tramas bem-sucedidas, como “Escrito nas Estrelas” no horário das seis da Globo, e com longas como “Chico Xavier – O Filme”, de Daniel Filho, e “Nosso Lar”, de Wagner de Assis, as atenções se voltam cada vez mais para as produções que abordam a paranormalidade [basta ler obras de Ellen G. White, como O Grande Conflito, para constatar que essa atual enxurrada de espiritualismo é profética]. Com esse mote fantasioso, onde tudo é permitido, o seriado “A Cura” traz não só a questão sobrenatural através de curas milagrosas, mas o suspense de um thriller psicológico sem o apelo do realismo fantástico. Todo gravado em Diamantina e passado nos dias atuais e no Século XVIII, o primeiro seriado de João Emanuel Carneiro – que assina com Marcos Bernstein, roteirista do longa “Chico Xavier – O Filme” -, conta com nove episódios, exibido sempre às terças, e estreia no próximo dia 10. A trama, dirigida por Ricardo Waddington, conta a história de Dimas, vivido por Selton Mello. Ele interpreta um médico de caráter duvidoso que faz curas inexplicáveis para a Medicina. “Sempre quis fazer a história de um curandeiro porque a Medicina popular me fascina. A escolha de Diamantina remete à minha infância nas cidades históricas, pois minha mãe era presidente do Patrimônio Histórico (IPHAN)”, explicou João Emanuel. […] Outra figura enigmática da história é o médico Otto, personagem de Juca de Oliveira. Acusado de charlatanismo no passado, o antigo amigo de Dr. Turíbio, de Ary Fontoura, foi obrigado a largar a Medicina por exercer curas milagrosas. Alguns personagens chegam a acreditar que Dimas é a reencarnação de Otto. […] (Terra)

Nota: De uma coisa a Rede Globo não pode ser acusada: de esconder sua ideologia.

Fonte: Michelson Borges

Quando a internet vira vício

02/08/2010

A edição de segunda-feira, 5, do Link [do jornal Estadão] traz uma pergunta com o tema: A internet está atrapalhando a capacidade de concentração dos jovens ou está deixando essa geração digital mais inteligente que a anterior? Independentemente da resposta, o fato é que todos – crianças, jovens e adultos – passam cada vez mais tempo de seu dia na internet. Como saber quando essa intensa relação com a web deixa de ser saudável e passa a atrapalhar nossa vida, virando dependência? O psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, criador do Centro de Dependência em Internet do Hospital das Clínicas, fala sobre a diferença entre aqueles que usam de forma intensa a internet e aqueles que já viraram dependentes.

Há alguma quantidade de tempo que determina se uma pessoa é uma dependente da internet?

Não, não há. As pessoas me falam “eu passo oito horas por dia navegando, estou viciada?”. Isso não é um critério. As pessoas trabalham, pesquisam e estudam pela internet e por isso precisam passar essa carga de horário conectadas. O que determina se uma pessoa é dependente é quando ela acaba preferindo desenvolver atividades na vida virtual em vez de atividades na vida real.

Como a internet age no cérebro de uma pessoa, de modo que ela se torna dependente?

Não posso falar com muita profundidade desse tema. Sou psicólogo e no Centro nós abordamos os aspectos psicológicos da doença, não os biológicos. Mas claro que me informo sobre o tema. O que se sabe é que do ponto de vista de alteração da neuroquímica existem apenas um ou dois artigos que vão explicar que após nove minutos que uma pessoa está jogando na web, o corpo libera dopamina, um neurotransmissor que faz com que você tenha uma renovada vontade de jogar.

E o que a dependência pode acarretar na vida dessas pessoas?

Além de todos os problemas pessoais que um vício traz, como piora no desempenho escolar e no trabalho, brigas com pais, amigos e namorados, um problema é que a pessoa acaba perdendo a noção do que é real e do que é virtual. Estudando neurociência a gente descobre que as vias neurais que são ativadas quando a gente vivencia algo e quando a gente pensa sobre isso, são muito semelhantes. Então o cérebro não tem como diferenciar o que é imaginado do que é vivido. Por isso ocorre essa confusão entre o que acontece na web e o que acontece na vida real.

Os jovens estão mais suscetíveis à dependência em internet?

Sim. A dependência acontece na população mais adolescente, pois a maturação cerebral, ou seja, um cérebro totalmente desenvolvido, se daria só após os 21 anos. Então essa região onde a nossa testa está localizada, que é chamada de córtex pré frontal, é a sede do pensamento, a sede dos controles dos impulsos. Os jovens ainda não têm essa região plenamente amadurecida, por isso essa população está mais suscetível a essa dependência.

Já tem como dimensionar o problema do vício na internet na sociedade?

Não há um consenso internacional, pois os critérios de cada instituição para verificar isso mudam, mas a estimativa é que 10% dos usuários de internet são dependentes.

(Link)

Nota: “Quer comais, quer bebais ou [navegueis na internet], fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31).

Fonte: Michelson Borges

Homens veem mulheres sensualizadas como objeto

28/07/2010

Cientistas analisaram o cérebro de homens enquanto eles olhavam para a foto de uma moça de biquíni, e descobriram que as seções do cérebro que reagem a objetos ficaram mais ativas. A parte do cérebro responsável pela interação social foi desativada quando os voluntários foram expostos à foto. Ou seja, eles não estavam interessados em se relacionar com a mulher da foto. Apenas pensavam nela como uma “coisa”.

A professora da Universidade de Princeton, Susan Friske, que conduziu os estudos, afirmou que os homens não veem mulheres sensualizadas como humanas. “É claro que eles sabem que a modelo da foto é humana, mas é a reação deles a ela que é comparada com a reação diante de um objeto”, explica. Para Friske as constantes aparições de mulheres seminuas, na sociedade e na mídia é que são as grandes responsáveis por esse tipo de reação. “É como a violência na televisão. Estamos tão acostumados que acabamos ficando insensíveis, amortecidos. Não nos chocamos mais”, compara a professora. “Vemos muitas mulheres seminuas. Ficamos acostumados com isso”, completa.

(Telegraph)

Nota: portanto, não é à toa que a Bíblia recomende o pudor e incentive o uso de vestuário decente. A extrema erotização da sociedade, infelizmente, tem contribuído para a desvalorização do ser humano, cada vez mais visto como objeto. O que dizer da absurda exposição do corpo feminino em época de carnaval?

Fonte: Michelson Borges

Bebê que convive com livros vai melhor na escola

28/07/2010

Ler para um bebê que ainda não fala nem entende o que é falado pode parecer perda de tempo, mas diversos estudos mostram que, a longo prazo, a prática pode beneficiar o desempenho escolar. Além de adquirir gosto pela leitura, as crianças que têm contato com livros desde o berço chegam ao ensino fundamental com vocabulário mais rico e maior capacidade de compreensão e de manter a atenção nos estudos. […] “Não se trata de ler um conto de fadas para um bebê com menos de 1 ano. Os primeiros livros devem ter apenas imagens e o tempo para folheá-los deve ser breve”, explica David Dickinson, especialista em alfabetização pela Universidade Harvard. […] Crianças de 3 anos que possuem o hábito de leitura em família apresentam, aos 10, desempenho escolar superior ao daquelas que não leem com frequência. [Leia mais]

Fonte: Michelson Borges

Usar produto falsificado pode tornar a pessoa desonesta

30/06/2010

Parte de uma pesquisa norte-americana provou que comprar produtos falsificados faz a pessoa se sentir falsa. E mais: segundo o estudo, quem costuma lidar com os falsificados pode, em algumas situações, ser mais desonesto. O relato é da autora da pesquisa, a cientista Francesca Gino. Para chegar a essa conclusão, os cientistas forneceram óculos da marca Chloé a um grupo de voluntárias. Eles custam cerca de US$ 300 o par. Para algumas das participantes foi dito que os óculos eram verdadeiros e para outras, o contrário. Depois, foi organizado um jogo de perguntas e respostas que teria como prêmio alguns dólares, dependendo do acerto das perguntas.
Ao fim dos testes, os pesquisadores concluíram que 30% dos participantes que acreditavam estar com óculos autênticos enganaram, copiando as respostas certas. Do outro lado, 70% dos que acreditavam usar óculos falsos fizeram isso.

Em outras duas metodologias do estudo as mulheres confirmaram a tese, seguindo a linha descrita acima. A moral, então, é que o senso de certo ou errado das pessoas influencia na maneira como elas se comportam. Mesmo quando é outra pessoa que faz alguém se comportar mal, isso pode afetar seu comportamento subsequente.

Fonte: (Opinião e Notícia)