Archive for the ‘Eu Recomendo!’ Category

Como Estrelas na Terra

05/10/2010

Contam-se nos dedos os bons filmes produzidos por Hollywood. Infelizmente, o mesmo pode ser dito de Bollywood, a indústria de cinema indiana. Por isso, é uma grata surpresa se deparar com pérolas raras como o filme “Como Estrelas na Terra – Toda criança é especial” (“Taare Zameen Par – Every child is special”, no original, lançado nas salas indianas no fim de 2007). O filme rapidamente conquistou uma legião de admiradores na Índia e no mundo, recebendo os prêmios de melhor filme e melhor ator pela crítica, além do prêmio de melhor direção, para Aamir Khan, e de melhor letra de música pelo Filmfare Awards. “Como Estrelas na Terra” revela extrema sensibilidade e consegue captar a magia do universo infantil, mostrando que crianças são crianças em qualquer lugar do mundo. A história é centrada em Ishaan Awasthi, de 8 ou 9 anos de idade, que sofre com dislexia, dificuldade de aprendizado e, pior, incompreensão. O filme contrasta o mundo massificante orientado para o capitalismo com a valorização do indivíduo, com suas diferenças, virtudes e defeitos. Incapazes de lidar com o “filho problema”, os pais de Ishaan resolvem matriculá-lo num colégio interno. Ali o garoto se fecha ainda mais em seu mundo depressivo. Com saudades da família e oprimido por professores insensíveis, o menino começa a “morrer” aos poucos. Mas tudo muda quando um professor de arte substituto chega ao colégio e percebe que há algo de errado com Ishaan. Tem início, então, a aventura de “ressuscitar” o garoto que, na verdade, se revela um gênio da pintura. É um filme emocionante, bem feito e que vale a pena ser visto por toda a família.

Fonte: Michelson Borges

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Agenda – imperdível!

01/10/2010

Olá,

Você que mora em Brasília e quer participar de um programa super animado. Venha à Igreja Adventista do 7º Dia na 611 sul no sábado, 02.10. Teremos o cantor Daniel Salles às 17h30 louvando a Deus em grande estilo.

Essa você não pode perder. Chame seus amigos.

A ilusão de Avatar ou a realidade do Céu?

22/09/2010

A fé cristã é Cristo. Se retirarmos Cristo do evangelho, nada restará. Ele é o evangelho personificado que deve ser posto em nosso coração e mente. Ser cristão consiste essencialmente em colocar a confiança na pessoa de Cristo, recebê-Lo como Salvador e Senhor, permitindo que Ele viva a Sua vida através de nós. Cristo faz a diferença. Qualquer experiência religiosa isolada do relacionamento com Ele carecerá de sentido e nos mergulhará num poço de frustração e desapontamento. É a partir do relacionamento com Ele que os requerimentos religiosos serão recebidos e vividos de maneira positiva, eficaz e sadia. É esse o caminho que o pastor e jornalista Elizeu Lira aponta neste livro, fundamentado em anos de experiência pessoal e pesquisas robustecidas por testemunhos atuais e plenamente acreditáveis. Partindo da inteligente análise do filme Avatar e suas fantasiosas promessas de um futuro melhor, ele transita pelos caminhos do ceticismo materialista, do tradicionalismo legalista, removendo todas as barreiras que dificultam o acesso a Deus, e decreta: “Só há duas alternativas: ou nos lançamos, hoje, sobre a Rocha ou, naquele dia, clamaremos às rochas que se lancem sobre nós (Apocalipse 6:16-17). Ou caímos sobre a Pedra (que é Cristo), reduzindo a pedaços o orgulho intelectual, religioso, nosso apego às tradições humanas e à glória deste mundo ou, muito em breve, teremos que clamar às pedras para que caiam sobre nós – reduzindo-nos a pó.” A leitura deste livro pode mudar sua vida. Você vai gostar. (Zinaldo A. Santos, pastor e jornalista, editor da revista Ministério)

Contatos e encomendas: (34) 8831-9000; vendas@pergamoedicoes.com.br; comercial@pergamoedicoes.com.br

Fonte: blog Criacionismo

Em busca do essencial

12/09/2010

Sábado, enquanto participava como palestrante no quarto dia do 15º Seminário de Administração, Contabilidade, Informática e Recursos Humanos da União Sul-Brasileira (USB) da Igreja Adventista do Sétimo Dia, fiquei maravilhado com o encadeamento não combinado dos temas de estudo, a começar pelo texto da Meditação Diária daquele dia. O pastor Rubem Scheffel escreveu (no ano passado) que “nos dias finais em que vivemos, chegamos a ficar surpresos quando nos deparamos com uma boa notícia nos jornais ou na televisão. Só se ouve falar de acidentes, homicídios, sequestros, atentados terroristas, enchentes, desabrigados e toda sorte de calamidades, tanto em nosso país como no estrangeiro”. Depois, como jornalista que é, avaliou: “Para a imprensa secular, a má notícia é que é a boa. É a que faz manchete e vende. O povo de Deus, porém, não precisa se abeberar dessas cisternas rotas. Não precisa e não deve ouvir programas de rádio ou televisão em que homicídios, assaltos e outras ocorrências violentas são dramatizadas com sensacionalismo e até com ironia, procurando tornar a tragédia ‘engraçada’. Não precisa e não deve ler jornais que destilam sangue e exploram o que há de pior na sociedade.”

E concluiu: “Há mais de cem anos, quando a situação do mundo era provavelmente cem vezes melhor do que a de hoje, Ellen White [aconselhou]: ‘Quando os jornais chegam em casa, quase desejo escondê-los, para que as coisas ridículas e sensacionais [sensasionalismo] não sejam vistas. […] Os que desejam ter a sabedoria que vem de Deus devem tornar-se néscios no pecaminoso conhecimento deste século, para serem sábios. Devem fechar os olhos, para não verem nem aprenderem o mal. Devem fechar os ouvidos, para que não ouçam o que é mau e não obtenham o conhecimento que lhes mancharia a pureza de pensamentos e de ação’ (O Lar Adventista, p. 404).”

Depois de meditar nesse texto, fui para o auditório me unir aos mais de 200 participantes do evento. Apresentei palestra sobre escolhas – escolher entre o essencial e o bom. Chamei atenção para o texto de Ellen White e testemunhei da experiência que vivo em meu lar. Desde que nossas filhas nasceram, minha esposa e eu decidimos não mais assistir a telejornais (praticamente os únicos programas de TV que ainda assistíamos). Nossas meninas terão bastante tempo para saber que este mundo não presta. Quando chego em casa, no fim da tarde, brincamos, lanchamos juntos, cada um toma seu banho e conversamos sobre o dia. A essas alturas, já passa das 20h e fazemos o culto familiar. As meninas gostam de cantar bastante. Depois oramos e lemos a Bíblia Ilustrada Para a Família (da CPB). Quando concluímos o culto, já é hora de dormir. Acredite-me: essa boa rotina faz toda a diferença na vida familiar. O dia termina em paz, sem o eco das notícias carregadas de sangue e violência que tiram a paz de qualquer um cuja mente ainda não esteja amortecida pela constante exposição a esse tipo de conteúdo. (Sinceramente, não consigo entender as pessoas que se deleitam em assistir programas que vivem de mostrar as mazelas, engarrafamentos das grandes cidades e crimes de toda espécie. O que elas ganham com isso? Que relevância têm essas informações, esse espetáculo macabro?)

Em minha palestra lá em Santa Catarina, procurei avançar um passo além. Imaginando que os líderes que me ouviam já tinham consciência de que não devemos ficar ciscando no lixo midiático, procurei deixar claro que, embora também existam coisas relevantes que são exibidas em alguns (poucos) programas de TV, elas não devem competir com o essencial. Mas o que é esse essencial? Já chego lá.

Depois da minha palestra, o presidente da USB, pastor Marlinton Lopes, e os presidentes das sedes administrativas da Região Sul nos ajudaram a recapitular a lição da Escola Sabatina. O tema: escolhas. Parecia tudo combinado mesmo (se a lição não fosse preparada anos antes de ser traduzida e publicada em cada país). Mas teve mais: o pastor Odaílson Fonseca, diretor da TV Novo Tempo, também falou sobre… escolhas.

À tarde, apresentei outra palestra sobre como devemos nos relacionar com os meios de comunicação, e levei os participantes a pensar na seguinte citação de Viktor Frankl, ex-professor de Neurologia e Psiquiatria da Universidade de Viena: “Vivemos numa sociedade de superabundância; essa superabundância não é somente de bens materiais, mas também de informações, uma explosão de informações. Cada vez mais livros e revistas se empilham sobre as nossas escrivaninhas. Vivemos numa enxurrada de estímulos sensoriais, não somente sexuais. Se o ser humano quiser subsistir ante essa enxurrada de estímulos trazida pelos meios de comunicação de massa, ele precisa saber o que é e o que não é importante, o que é e o que não é essencial, em uma palavra: o que tem sentido e o que não tem” (A Presença Ignorada de Deus, p. 70).

E o que é essencial, afinal? Paulo nos dá a dica: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (Colossenses 3:2). As “coisas do alto” são o essencial e merecem o melhor de nosso tempo e dedicação. Deus, a família e os valores eternos – isso é o que realmente importa e estará conosco para sempre.

Fonte: Michelson Borges

Como duvidar?

06/09/2010

Música: Como duvidar?

Grupo: Novo tom

Deus seja louvado!

Um Sonho Possível

24/08/2010

Se não fosse uma história real, eu a consideraria quase inverossímil, mas como é, pode-se dizer que se trata de um bom exemplo de como os seres humanos ainda podem manifestar amor desinteressado – tão desinteressado que chega a levantar suspeitas. É o que acontece no filme “Um Sonho Possível”, estrelado por Sandra Bulluck, no papel que lhe concedeu o Globo de Ouro de melhor atriz em 2010. A família de Leigh Anne Touhy (Bullock) dá abrigo a um garoto negro e pobre, e as amigas ricas não compreendem a atitude de Leigh, que acaba sendo até mal interpretada. É um verdadeiro tapa na cara de uma sociedade não acostumada a esse tipo de atitude bondosa e uma prova de que, quando ajudamos ao próximo, o maior beneficiado somos nós mesmos. Ao receber Michael como filho, a família passa por várias transformações para melhor.

Michael Oher (Quinton Aaron, o jovem pobre, no filme) vive como um sem-teto e proveio de uma família totalmente desestruturada. Apesar dessas desvantagens, é dono de um coração bondoso e gosta de proteger as pessoas que ama – o que não se torna muito difícil, já que ele é quase um gigante. A certa altura, graças a seu potencial esportivo, Michael é matriculado na escola em que o filho de Leigh estuda. E assim ele acaba conhecendo a família.

Quando Michael começa a se destacar no time de futebol da escola, desperta o interesse de algumas universidades. Mas, para poder ingressar em qualquer uma delas, ele precisa melhorar – e muito – as notas na escola. Mais uma vez, a família o ajuda a superar também esse desafio. Talvez o título dado ao filme em português tenho sido inspirado nesses desafios e superações de Michael. No original, o título é “The Blind Side”, e tem que ver com a atitude de proteger um colega de time quando ele é marcado em seu “ponto cego” pelo adversário.

É um filme que mostra o que há de melhor no ser humano. Vale a pena ser assistido. E imitado.

Fonte: Michelson Borges

Dica de música:Volta pra casa

16/08/2010

Cantor: Ronaldo Fagundes

Música: Volta pra casa

Cante junto e venha para os braços do Pai.

Ele só está esperando por você.

 Não resista ao afago do Mestre.

Salmos 27

13/08/2010

[Salmo de Davi] O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O SENHOR é a força da minha vida; de quem me recearei?

Quando os malvados, meus adversários e meus inimigos, se chegaram contra mim, para comerem as minhas carnes, tropeçaram e caíram.

Ainda que um exército me cercasse, o meu coração não temeria; ainda que a guerra se levantasse contra mim, nisto confiaria.

Uma coisa pedi ao SENHOR, e a buscarei: que possa morar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do SENHOR, e inquirir no seu templo.

Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; por-me-ás sobre uma rocha.

Também agora a minha cabeça será exaltada sobre os meus inimigos que estão em redor de mim; por isso oferecerei sacrifício de júbilo no seu tabernáculo; cantarei, sim, cantarei louvores ao SENHOR.

Ouve, SENHOR, a minha voz quando clamo; tem também piedade de mim, e responde-me.

Quando tu disseste: Buscai o meu rosto; o meu coração disse a ti: O teu rosto, SENHOR, buscarei.

Não escondas de mim a tua face, não rejeites ao teu servo com ira; tu foste a minha ajuda, não me deixes nem me desampares, ó Deus da minha salvação.

Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me recolherá.

Ensina-me, SENHOR, o teu caminho, e guia-me pela vereda direita, por causa dos meus inimigos.

Não me entregues à vontade dos meus adversários; pois se levantaram falsas testemunhas contra mim, e os que respiram crueldade.

Pereceria sem dúvida, se não cresse que veria a bondade do SENHOR na terra dos viventes.

Espera no SENHOR, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no SENHOR.

Sempre ao Seu Lado

12/08/2010

“A inteligência apresentada por muitos mudos animais chega tão perto da inteligência humana que é um mistério. Os animais vêem e ouvem, amam, temem e sofrem. Eles se servem de seus órgãos muito mais fielmente do que muitos seres humanos dos seus. Manifestam simpatia e ternura para com seus companheiros de sofrimento. Muitos animais mostram pelos que deles cuidam uma afeição muito superior à que é manifestada por alguns membros da raça humana. Criam para com o homem apegos que se não rompem senão à custa de grandes sofrimentos de sua parte” (A Ciência do Bom Viver, p. 315, 316).

Enquanto assistia ao filme “Sempre ao Seu Lado” (EUA, 2009), lembrei-me do texto acima, escrito por Ellen G. White há mais de cem anos. O filme conta a história de Hachiko (um cão da raça akita) e seu dono, o professor de música Parker Wilson (Richard Gere). Todos os dias Hachiko acompanhava o dono até a estação de trem e estava lá, no fim da tarde, para recebê-lo. A produção é baseada em fatos reais ocorridos no Japão, na década de 1930. Em 1987, a versão cinematográfica japonesa “Hachiko Monogatari” também fez muito sucesso.

É um filme emocionante que faz pensar em valores como fidelidade, amizade, companheirismo e mostra que os animais realmente “criam para com o homem apegos que se não rompem senão à custa de grandes sofrimentos de sua parte”.

Fonte: Michelson Borges

Emanuel

08/08/2010

“Desde que Cristo veio habitar entre nós, sabemos que Deus está relacionado com as nossas provações, e Se compadece de nossas dores. Todo filho e filha de Adão pode compreender que nosso Criador é o amigo dos pecadores. Pois em toda doutrina de graça, toda promessa de alegria, todo ato de amor, toda atração divina apresentada na vida do Salvador na Terra, vemos “Deus conosco”.

…. Se tivéssemos de sofrer qualquer coisa que Cristo não houvesse suportado, Satanás havia de apresentar o poder de Deus como nos sendo insuficente.

… Como homem, enfrentou a tentação, e venceu-a no poder que Lhe foi dado por Deus. Diz Ele: ” Deleito-Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu; sim, a Tua lei está dentro do Meu coração.” Enquanto andava fazendo o bem e curando a todos os aflitos do diabo, patenteava aos homens o caráter da lei de Deus, e a naturaza de Seu serviço. Sua vida testifica ser possível obedecermos também à lei de Deus.

…”Deus conosco”, é a certeza de nossa libertação do pecado de nosso poder para obedecer à lei do Céu.

… Ele foi ferido pelas nossas trasngressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele.”

Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tinhamos parte. Sofreu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia. “Pelas Suas pisaduras fomos sarados.”

Era o intuito de Satanás causar entre o homem e Deus uma eterna separação. em Cristo, porém chegamos a ficar em mais íntima união com Ele do que se nunca houvéssemos pecado. Ao tomar a nossa natureza, o Salvador ligou-Se à humanidade por um laço que jamais se partirá. Ele nos estará ligado por toda a eternidade. ” Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito”.

É o “Filho do homem”, que partilha do trono do Universo. É o “Filho do homem”, cujo nome será “Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz”. O EU SOU é o Árbitro entre Deus e a humanidade, pondo a mão sobre ambos. Aquele que é “santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores”,  não Se envergonha de nos chamar irmãos. “

Fonte: Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p.24,25.