A condição humana

” A maldade que enche nosso mundo é resultado da recusa de Adão em tomar a Palavra de Deus como suprema. Ele desobedeceu, e caiu na tentação do inimigo” Assim como… entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”(Rom 5:12). Deus declarou: ” A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:4). E separados do plano da redenção, os seres humanos estão condenados à morte. “Todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rom 3:23). Mas Cristo deu Sua vida para salvar o pecador da sentença de morte. Ele morreu para que pudéssemos viver. Para os que O recebem, dá poder que os habilita a separar-se daquilo que, a menos que retornem à sua lealdade, irá colocá-los na posição em que serão condenados e punidos.

Cristo é a única esperança do pecador. Por Sua morte trouxe a salvação ao alcance de todos. Através de Sua graça todos podem se tornar súditos leais do reino de Deus. Somente por Seu sacrifício a salvação pôde ser trazida ao alcance da humanidade. Este sacrifício tornou possível, a homens e mulheres, cumprir as condições declaradas nos concílios celestes.

Cristo veio a esta Terra e viveu uma vida de perfeita obediência, para que homens e mulheres, através de Sua graça, pudessem também viver vidas de perfeita obediência. Isto é necessário para sua salvação. Sem santidade ninguém verá o Senhor.

Perante nós se apresenta a maravilhosa possibilidade de sermos semelhantes a Cristo: obedientes a todos os princípios da Lei de Deus. Mas de nós mesmos somos completamente impotentes para alcançar esse estado. Tudo que existe de bom no homem, vem-lhe por meio de Cristo. A santidade que a Palavra de Deus declara que devemos ter antes de podermos ser salvos, é resultado da atuação da graça divina, ao nos prostrarmos em submissão à disciplina e à refreadora influência do Espírito de verdade.

A obediência do homem só pode ser aperfeiçoada pelo incenso da justiça de Cristo, que enche de divina fragrância cada ato de verdadeira obediência. A parte do cristão é perseverar em vencer cada falta. Deve constantemente orar ao Salvador para que cure as perturbações de seu coração doentio. Ele não possui a sabedoria e força sem as quais não pode vencer. Elas pertencem ao Senhor, e Ele as concede àqueles que, humildes e contritos, dEle buscam auxílio (Review and Herald, 15 de março de 1906; Nos lugares Celestiais, p.129).

Se o transgressor deve ser tratado de acordo com a letra dessa aliança, então não há esperança para a raça caída; pois todos pecaram, estão destituídos da glória de Deus. A degenerada família de Adão não pode contemplar nada mais nos termos dessa aliança, do que o ministério da morte; e a morte será a recompensa de todos que estão buscando, em vão, conceber uma justiça própria que cumpra os requisitos da Lei. Por Sua Palavra Deus tem determinado a Si mesmo a executar a penalidade da Lei sobre todos os trangressores. Muitas vezes as pessoas cometem o pecado, entretanto não parecem crer que sofrerão a punição pela transgressão da Lei. Ostentam suas boas intenções diante do Senhor, e acalmam sua consciência suplicando Sua misericórdia; mas o único fundamento de esperança para os arruinados filhos e filhas de Adão é se afastar dos pecados e aceitar a justiça de Cristo, desistindo de toda esperança de salvação na base da justiça própria. O Senhor não pode salvar ninguém por motivo de suas obras (Signs of the Times, 5 de setembro de 1982).

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a lição da Escola Sabatina de Adultos, A Redenção em Romanos, p.18-20.

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