Emanuel

“Desde que Cristo veio habitar entre nós, sabemos que Deus está relacionado com as nossas provações, e Se compadece de nossas dores. Todo filho e filha de Adão pode compreender que nosso Criador é o amigo dos pecadores. Pois em toda doutrina de graça, toda promessa de alegria, todo ato de amor, toda atração divina apresentada na vida do Salvador na Terra, vemos “Deus conosco”.

…. Se tivéssemos de sofrer qualquer coisa que Cristo não houvesse suportado, Satanás havia de apresentar o poder de Deus como nos sendo insuficente.

… Como homem, enfrentou a tentação, e venceu-a no poder que Lhe foi dado por Deus. Diz Ele: ” Deleito-Me em fazer a Tua vontade, ó Deus Meu; sim, a Tua lei está dentro do Meu coração.” Enquanto andava fazendo o bem e curando a todos os aflitos do diabo, patenteava aos homens o caráter da lei de Deus, e a naturaza de Seu serviço. Sua vida testifica ser possível obedecermos também à lei de Deus.

…”Deus conosco”, é a certeza de nossa libertação do pecado de nosso poder para obedecer à lei do Céu.

… Ele foi ferido pelas nossas trasngressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele.”

Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tinhamos parte. Sofreu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia. “Pelas Suas pisaduras fomos sarados.”

Era o intuito de Satanás causar entre o homem e Deus uma eterna separação. em Cristo, porém chegamos a ficar em mais íntima união com Ele do que se nunca houvéssemos pecado. Ao tomar a nossa natureza, o Salvador ligou-Se à humanidade por um laço que jamais se partirá. Ele nos estará ligado por toda a eternidade. ” Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito”.

É o “Filho do homem”, que partilha do trono do Universo. É o “Filho do homem”, cujo nome será “Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz”. O EU SOU é o Árbitro entre Deus e a humanidade, pondo a mão sobre ambos. Aquele que é “santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores”,  não Se envergonha de nos chamar irmãos. “

Fonte: Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p.24,25.

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