Temperança

“Nos dias de Noé, o mundo tinha-se tornado tão corrupto pela condescendência com o apetite e aviltada paixão  que Deus destruiu seus habitantes pelas águas do Dilúvio. Ao se multiplicarem os homens sobre a Terra, a condescendência com o vinho para embriaguez perverteu os sentidos e preparou o caminho para o excessivo consumo de carne e o fortalecimento das paixões sensuais. Os homens se levantaram contra o Deus dos Céu; e suas faculdades e oportunidades foram devotadas à autoglorificação, em lugar de honrarem seu Criador. Satanás facilmente obteve acesso ao coração dos homens. Ele é um diligente estudioso da Bíblia e está mais familiarizado com as profecias do que muitos professos religiosos. Sabe que é de interesse manter-se bem informado sobre os revelados propósitos de Deus, para que possa desfazer os planos do Infinito (No Deserto da Tentação, p.29,30).

Esses jovens [Daniel e seus amigos] não somente se recusaram a beber o vinho do rei, mas abstiveram-se das iguarias de sua mesa. Faríamos bem em ponderar sobre essa lição . Nossos perigos não são  provenientes da escassez, mas da abundância. Somos sempre tentados ao excesso. Todos os que quisessem conservar equilibradas suas faculdades para o serviço de Deus, precisariam observar estrita temperança no uso de todas as Suas generosas dádivas, bem como abstinência total de todas as satisfações prejudiciais ou vis (Temperança, p.271, 272, Signs of the Times, 2 de março de 1882).

Fonte: Comentários da Ellen G. White da Escola Sabatina dos Adultos, Fé e Cura, p.59.

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