Descanso e restauração

“Quando os discípulos relataram a Jesus todas as suas experiências, Ele lhes compreendeu as necessidades. Seu trabalho os havia ensoberbecido e animado, mas também os havia esgotado. …Lugar deserto não quer dizer deserto assolado e solitário, mas um lugar de retiro e quietude, agradável aos olhos e capaz de revigorar o físico. Procuraram um lugar assim perto de um refúgio favorito no Mar da Galiléia. … A vida cristã não é feita de atividade incessante nem de meditação contínua. … Ele sabia que um período de repouso e recreação, longe da multidão e do cenário de seu trabalho, haveria de revigorá-los, e procurou afastá-los das cidades agitadas para um refúgio calmo, onde pudessem usufruir um período de preciosa comunhão com Ele e uns com os outros. …Os discípulos de Jesus precisavam ser instruídos quanto à maneira de trabalhar e descansar. Hoje, há necessidade de que os obreiros escolhidos de Deus atendam à ordem de Cristo de se separarem e descansarem um pouco (Minha Consagração Hoje, 1989/1953, p.133).

O sábado não se destina a ser um período de imprestável inatividade. A Lei proíbe trabalho secular no dia de repouso do Senhor; o labor que constitui o ganha-pão, deve cessar; nenhum trabalho que vise prazer ou proveito mundanos, é lícito nesse dia; mas como Deus cessou Seu labor de criar e repousou no sábado, e o abençoou, assim deve o homem deixar as ocupações da vida diária, e devotar essas sagradas horas a um saudável repouso, ao culto e a boas obras. O ato de Cristo em curar o enfermo estava em perfeito acordo com a Lei. Era uma obra que honrava o sábado (Minha Consagração Hoje, 1989/1953, p.231).”

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a lição da Escola Sabatina de Adultos, Saúde e Cura, p.45.

Tags: , , , ,


%d blogueiros gostam disto: