Riso e cura

Norma Cousins, autor de um livro chamado Anatomia de uma Enfermidade, foi editor de uma revista popular nos Estados Unidos por cerca de trinta anos. Em 1964, ele foi abatido por uma doença que afetava seu colágeno, o tecido conjuntivo do corpo. Ele sofria muita dor, tinha dificuldades para mover os dedos, os membros, até mesmo a mandíbula. Ele achava difícil até virar-se na cama. Enquanto isso, começaram  também a se formar protuberâncias por todo o seu corpo. Quando foi feito o diagnóstico, os médicos prescreveram todos os tipos de medicamentos e sedativos para a dor, como aspirina, codeína e outras drogas, inclusive muitos diferentes comprimidos para dormir. A certa altura, o corpo de Cousins começou a ter uma reação aos medicamentos, e sua pele ficou cheia de urticárias ainda mais dolorosas que a própria doença. As coisas pareciam ruins para Norman, especialmente porque só um entre aproximadamente quinhentos pacientes se recuperara dessa doença.

Finalmente, já intoxicados por todos esses medicamentos e seus efeitos coleterais, ele começou a assistir a alguns filmes engraçados de um show popular de TV chamado Câmera Indiscreta. Na cama, ele ria e ria das palhaçadas. Quase imediatamente, ele notou  uma mudança. Quanto mais ele ria, mais bem ele se sentia. Às vezes, a enfermeira lia histórias humorísticas que o faziam berrar de divertimento. Com o passar do tempo, os testes mostraram que ele estava melhorando. Em pouco tempo, as protuberâncias de seu corpo começaram a diminuir, e ele voltou aos seu emprego. Em seguia, o homem que achava difícil até se virar na cama estava jogando tênis, golfe, montando a cavalo e tocando piano!

Embora ninguém esteja dizendo que o riso é a solução para todos os nossos problemas médicos, não existe dúvida de que uma boa atitude pode ter impacto positivo sobre a saúde.

Fonte: Lição da Escola Sabatina dos Adultos, quarta, 9 de junho de 2010.

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