Integridade na vida espiritual

Um jovem comprou um agradável barco de lazer com motor e reboque. A embarcação parecia limpa e satisfatória e, sendo usada, não tinha custado muito. Ansioso para experimentar sua nova aquisição, ele convidou alguns amigos, levou o barco a uma rampa pública e o colocou na água. Tudo correu bem, e o grupo se dirigiu a uma pequena ilha do Lago Ontario.

Puxando o pequeno barco para a praia, eles exploraram a ilha e voltaram para o barco a fim de ir para casa. A pequena distância da praia, descobriram que estavam fazendo água. Logo, o barco emborcou, jogando os três amigos na água fria. Um salvamento afortunado evitou consequências mais graves. O que aconteceu? Uma única peça de madeira apodrecida foi encontrada na base da armação. Com a ação das ondas na praia, a peça se rompera. Só uma peça ruim, entre todas as outras, foi suficiente para destruir o barco!

Como nossa vida pode ser semelhante a esse barco? Podemos ser muito sólidos, muito féis, muito firmes e sem vacilar em muitos aspectos, mas, se em apenas uma área não nos rendemos ao Senhor, uma área pecaminosa que procuramos manter, podemos nos achar em profundas dificuldades morais, espirituais e até físicas.

 Este texto traz muitas promessas. O Espírito Santo pode nos fortalecer interiormente; isto é, Ele pode nos transformar, não como em uma cirurgia plástica, mas de maneira semelhante a uma cirurgia do coração, algo que opera profundamente dentro de nós. E essa mudança vem a nós pela fé, conhecendo a realidade do amor de Deus por nós. O Senhor procura fazer uma transformação completa em nossa vida; Ele deseja que sejamos “tomados de toda a plenitude de Deus”. Note, também, que, ao contrário de muitas novas filosofias de autoajuda e de nova era, Paulo não está falando de procurarmos algum poder encontrado dentro de nós. Não! O poder que “opera em nós” é o poder de Deus, que pode fazer mais do que pedimos ou pensamos. A questão é: Estamos permitindo que ele atue em nós, ou estamos deixando que nossa natureza carnal nos governe?

 Fonte: Lição da Escola Sabatina dos Adultos, terça 1° de Junho de 2010.

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