A necessidade de repouso

“A importância da regularidade no tempo de comer e dormir não deve passar despercebida. Desde que o trabalho da construção do corpo ocorre durante as horas do descanso, é essencial, especialmente na juventude, que o sono seja regular e abundante (Educação, p.205).

Os servos de Cristo não devem tratar sua saúde com indiferença. Ninguém trabalhe a ponto da exaustão, incapacitando-se assim para futuros esforços. Não tentem amontoar num dia o trabalho de dois. Afinal, o resultado será que os que trabalham cuidadosa e sabiamente, terão realizado tanto quanto os que expõem de tal modo sua resistência física e mental, que não possuem mais reservas de onde tirar no momento necessário.

A obra de Deus é mundial; ela requer cada jota e til de capacidade e força que tenhamos . Há o perigo de que Seus obreiros abusem de sua resistência, ao verem que o campo está branco para a ceifa; mas o Senhor não requer isto. Havendo Seus servos feito o melhor que podem, devem dizer: A seara é realmente grande, e poucos são os ceifeiros; mas Deus “conhece a nossa estrutura; lembra-Se de que somos pó” (Sl 103:14).

Reina por toda parte a intemperança no comer e beber,  no trabalho e em quase tudo. Os que exercem grande tensão para realizar determinada tarefa em certo espaço de tempo, e continuam a trabalhar quando sua razão lhes diz que devem descansar, nunca saem ganhando. Estão despendendo forças de que hão de necessitar em tempos futuros. Quando a energia que eles gastam tão descuidadamente é requerida, falham à falta dela. A resistência física desapareceu, e o poder mental acha-se inutilizado. Chega-lhes o tempo da necessidade, e seus recursos estão exaustos. Cada dia traz suas responsabilidades e deveres, mas os deveres do amanhã não devem ser acumulados nas horas de hoje. Deus é misericordioso, cheio de compaixão, razoável em Seus requisitos. Ele não nos pede que sigamos um modo de proceder que resultará em perda de nossa saúde física, ou o enfraquecimento das faculdades mentais. Ele não quer que trabalhemos sob pressão ou tensão até ficarmos exaustos, com prostação nervosa (Obreiros Evangélicos, P.244,25).

Fonte: Comentários de Ellen G. White sobre a Lição da Escola Sabatina dos Adultos.

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