Serviço voluntário e deleitável abnegação…

“O egoísmo que caracterizou os construtores do templo de Salomão encontra seu paralelo hoje no egoísmo que domina o mundo. O espírito de cobiça , de luta por posições mais altas e mais altos salários é predominante. O serviço voluntário e a deleitável abnegação dos obreiros do tabernáculo raramente se encontram. Mas este é o único espírito que deve atuar nos seguidores de Jesus. Nosso divino Mestre deu o exemplo de como devem Seus discípulos trabalhar. Áqueles a que ordenou: “Vinde após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4:19), não ofereceu Ele qualquer soma em paga de seus serviços. Eles deviam trabalhar compartilhar com  Ele da abnegação e sacrifício.

Não é pelo salário que recebemos que devemos trabalhar. O motivo que nos dispõe ao trabalho de Deus não deve ter em si coisa alguma que lembre o serviço a si próprio. Abnegada devoção e espírito de sacrifício têm sido e serão para sempre o primeiro requisito do culto aceitável. Nosso Senhor e Mestre não deseja que nenhum fio de egoísmo seja entretecido em Sua obra. A nossos esforços devemos acrescentar o tato e habilidade, a precisão e sabedoria que o Deus da perfeição exigiu dos construtores do santuário terrestre; contudo, em todas as nossas atividades devemos, lembrar que os maiores talentos e os mais esplêndidos serviços são aceitáveis somente quando o eu é posto sobre o altar para consumir-se como um sacrifício vivo.

Outro afastamento dos retos princípios que finalmente levou à queda o rei de Israel (Salomão), foi render-se à tentação de tomar para si a glória que pertence a Deus somente.”

Fonte: Ellen G. White, Profetas e Reis, p.28.

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