Completa dependência de Deus…

“Os cristãos devem manter-se distintos e separados do mundo, de seu espírito e influências. Deus é perfeitamente capaz de guardar-nos no mundo, mas nós não devemos pertencer ao mundo. O amor de Deus não é incerto e vacilante. Ele vigia sempre sobre Seus filhos com desmedido cuidado. Mas requer submissão integral. “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Mat. 6:24).

Salomão fora dotado com maravilhosa sabedoria; mas o mundo afastou-o de Deus. Os homens hoje não são mais fortes do que ele o era; são igualmente inclinados a ceder às influências que lhe provocaram a queda. Assim como Deus advertiu Salomão do perigo que o ameaçava, assim adverte Ele hoje a Seus filhos a que não ponham em perigo suas almas pela afinidade com o mundo. “Saí do meio deles”, pede Ele, “e apartai-vos, […] não toqueis nada imundo, e Eu serei para vós Pai, e vós seres para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso” (2Co 6:17, 18).

No meio da prosperidade ronda o perigo. Através dos séculos, riquezas e honra sempre têm-se feito seguir para a humildade e espiritualidade. Não é o copo vazio que se torna difícil de ser transportado; é o copo cheio que precisa ser cuidadosamente equilibrado para ser conduzido. A aflição e adversidade podem causar tristeza, mas é a prosperidade que representa maior perigo para a vida espiritual. A menos que o ser humano esteja em constante submissão à vontade de Deus, a menos que seja santificado pela verdade, a prosperidade fará que ressurja a inclinação natural para a presunção.

No vale da humilhação, onde os homens dependem de Deus para serem ensinado e guiados em cada passo, há relativa segurança. Mas os homens que se plantam, pos assim dizer, num elevado pináculo, e que, por causa de sua posição, presumem possuir grande sabedoria – esses estão no mais grave perigo. A não ser que tais homens façam de Deus sua confiança, seguramente cairão.

Sempre que a ambição e o orgulho são tolerados, a vida é maculada; pois o orgulho, não sentindo necessidade, cerra o coração para as bençãos inifinitas do Céu. Aquele que faz da glorificação de si mesmo seu alvo encontrar-se-á destituído da graça de Deus, por cuja eficiência as verdadeiras riquezas e a mais satisfatória alegria são conquistadas. Mas o que tudo entrega e tudo faz por Cristo conhecerá o cumprimento da promessa: ” A benção do Senhor enriquece, e não acrescenta dores” (Prov. 10:22). Com o gentil toque da graça o Salvador expulsa da alma a inquieta e não santificada ambição, mudando a animosidade em amor, a incredulidade em confiança. Quando Ele Se dirige à alma, dizendo: “Segue-Me” (Mat 9:9), o mágico encantamento do mundo é quebrado. Ao som de Sua voz, o espírito de avareza e ambição foge do coração, e os homens se erguem, emancipados, para segui-Lo”. (Ellen White, Profetas e Reis, p.24 e 25)

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Uma resposta to “Completa dependência de Deus…”

  1. Julia Castilho Says:

    Amém! Glória a Deus por podermos confiar NESSE Deus….

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