Bondade expressa

“Embora não se possa dizer que somos salvos pelas obras, pode-se dizer que, como filhos e filhas, comprados pelo sangue de Deus, somos salvos para que nossa vida manifeste boas obras. Jesus assinalou que, assim como uma árvore é conhecida por seus frutos, seremos conhecidos pelo tipo de vida que vivemos. Jesus leva um passo adiante a importância das boas obras quando declara que aqueles que vivem sem as boas obras não terão permissão para entrar no reino do Céu. (veja Mateus 25: 41-46).

Como seres pecadores, violamos a lei de Deus; todos precisamos de um Salvador. Mas, ao mesmo tempo, recebemos na Bíblia a promessa de que, se nos rendermos a Jesus, se escolhermos viver no Espírito e não na carne, poderemos vencer e viver a maneira a refletir a bondade de Deus. Podemos viver no que Paulo chama de “novidade da vida” (Rom. 6:4), porque, assim como fomos pela fé “sepultados com” Cristo “na morte pelo batismo” (Rom.6:4), podemos igualmente considerar-nos “mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus” (Rom.6:11).

Podemos ser “bons” no sentido bíblico da palavra, não “bons” como se merecêssemos a salvação, mas “bons” no sentido de que nosso coração, nossos motivos, nossos atos revelam ao mundo a realidade do Deus a quem professamos servir. Com certeza, isso vai requerer a morte para o eu, disposição para servir aos outros, vai exigir uma luta diária contra a carne, tendo coração humilde, contrito e arrependido quando falharmos, mas podemos e devemos viver a fé que confessamos.”

Fonte: Lição da Escola Sabatina de adultos, quinta,11 de fevereiro de 2010.

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